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O Windows 7 chegou!

Hoje à meia-noite (talvez eu devesse dizer amanhã, eu não sei) a Microsoft começa a vender no varejo cópias do Windows Seven com eventos em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Na verdade, isso não é muita novidade para mim. Estou usando versões de pré-lançamento do Windows Seven, desde o final do ano passado e adorando-a. Mesmo a versão final não é uma grande novidade, como um assinante do MSDN eu tenho que por quase dois meses.

O Windows Seven é o Windows Vista deve ter sido. Para ser franco, eu nunca gostei de Vista - você não vai encontrar uma palavra que eu escrevi elogiando-o. Eu não estou sozinho desagrado do Vista, veja o que Bill Gates disse:

http://gizmodo.com/342920/holy-crap-did-bill-gates-just-say-windows-sucks

Por outro lado, o Windows Seven é simplesmente ótimo.

Conseugui instalar o Windows Seven de forma rápida e impecável em todos os computadores que eu testei, tanto em instalações limpas e como atualização do Vista. Ele é rápido, estável e usa menos recursos do Vista. O UAC - aquelas caixas de diálogo de segurança que surgem de vez em quando são bem mais raras, devido a algumas otimizações. Por exemplo, o UAC não aparece se chamado a partir do próprio sistema operacional, como os mini-aplicativos Painel de controle.

Tudo o que você poder pensar em fazer é melhor e mais rápido no Windows 7. Os detalhes, algo que eu considero muito importante são sempre muito bem pensados, o que aponta para um produto maduro e bem testado. Na verdade, o Windows Seven Beta 2 já era muito melhor que o Vista.

Além do preço de upgrade, eu não consigo ver uma razão para que um usuário não querer se livrar do Vista e começar a usar o Windows Seven agora.

Em comparação ao XP, ele usa mais recursos, mas nada que qualquer computador de três anos de idade não agüente. Graças ao Vista, um notório esbanjador de recursos, temos computadores muito poderosos agora. Se você ainda estiver usando o XP, eu acho que é hora de atualizar a tecnologia.

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VS 2010 quase pronto

A partir de ontem a Microsoft colocou no ar para os assinantes MSDN o download do Visual Studio 2010 mais o .NET Framework 4.0 Beta 2.

Tradicionalmente na liturgia Microsoftiana, o Beta 2 é um produto completo e utilizável, mas apenas com questões de estabilidade e desempenho. Ele também inclui uma licença “go-live”, ou seja, já tem suporte e pode ser colocado em produção sob algumas restrições.

Supostamente ele convive pacificamente com o Visual Studio 2008, o que me levou a instalá-lo na minha máquina real (não-virtual) Windows Seven.

Dentre as muitas novidades, eu acho que o principal é o suporte ao desenvolvimento em WPF e Silverlight 100% dentro do Visual Studio, sem precisar de outra ferramenta como o Expression Blend. Na verdade, a própria interface do Visual Studio foi reescrita em WPF.

Eu instalei, mexi um pouco e gostei bastante.

Outras novidades incluem:

  • Novas linguagens como F#, Python e Ruby, além de extensões dinâmicas ao C# e VB.NET;
  • As amplamente aguardadas ferramentas para suportar facilmente o desenvolvimento para SharePoint, substituindo a necessidade de editar manualmente vários arquivos XML;
  • Suporte a Windows Azure, a plataforma “na nuvem” da Microsoft;
  • Novos editores e ferramentas de arquitetura.

O lançamento da versão final foi anunciado para 22 de março de 2010. A disponibilidade da versão final pode ocorrer um pouco antes ou um pouco depois, dependendo do andamento das fases finais de desenvolvimento.

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Datas e local do Microsoft TechEd 2010 USA

Soube através dos meus amigos na Microsoft a data e local do TechEd, o principal evento técnico da empresa. Será de 7 a 11 de junho em Nova Orleans. Não estou indo este ano, mas espero poder estar em Nova Orleans no ano que vem, local onde eu já fui anteriormente para dois eventos da Microsoft.
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Windows Sete à vista

Eu tenho usado um beta do Windows Sete em meu netbook Asus Eee e estou muito satisfeito. A versão “Release Candidate” estará dispo nível de maneira restrita (site MSDN) a partir de 30 de abril e publicamente a partir de 5 de maio.

Não sou nenhum grande entusiasta do Vista; acho que dessa vez a Microsoft acertou a mão.

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Os altos custos do Youtube

Há alguns anos atrás o Youtube apareceu como a nova sensação da Web. Ele foi cortejado por várias grandes empresas e acabou sendo comprado pelo Google por US$1.65B. As más línguas disseram que foi uma maneira do Google pagar ao “venture capitalist ” que azeitou o IPO do próprio Google. Pesquise na Web por “youtube sequoia fuckedgoogle”, mas não use o próprio Google, pois ele “curiosamente” produz péssimos resultados quando o tema pesquisado é falar mal dele. Você sabe, “do no evil”.

Recentemente a revista Slate publicou um artigo sobre a inviabilidade financeira do Youtube e de outros sites com conteúdo gerado pelos usuários: http://www.slate.com/id/2216162. Segundo estimativas do banco Credit Suisse, o Youtube perde perto de meio bilhão de dólares por ano – o Google não divulga os dados do Youtube em separado, você sabe, “do no evil”. A versão curta é a seguinte: por um lado custa caro manter uma infra-estrutura que exige montes de disco e de largura de banda. Por outro lado, eles têm dificuldades em vender publicidade porque os anunciantes não querem estar associados a vídeos meio insólitos e de baixa qualidade técnica, como por exemplo, um vídeo da Globo News com o técnico do Comercial batendo no juiz ou a última gafe da Britney Spears capturada em um telefone celular.

Eu acrescentaria outro problema: muito material no Youtube, incluído os dois exemplos acima, tem direito autoral, o que os coloca em um limbo legal nos Estados Unidos. A situação piora se eles notoriamente lucrarem (ou seja, venderem anúncios) em cima de material pirateado. Por exemplo, a Viacom, um dos atuais gigantes da mídia mundial, os processou em mais de um bilhão de dólares e até onde sei, o processo está correndo.

Enquanto isso, o Hulu (www.hulo.com ) tem apenas conteúdo criado profissionalmente e  licenciado corretamente, não só dos seus fundadores (News Corp e NBC Universal) como também de terceiros. E o mais importante: as vendas de anúncios vão de vento em popa.

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LAMP + Microsoft

LAMP significa “Linux + Apache + MySQL + PHP”, um conjunto de tecnologias de servidor que permite colocar no ar aplicativos Web sem usar nenhum software da Microsoft.

Ultimamente a Microsoft tomou várias iniciativas para abraçar o pessoal que usa “LAMP”– e naturalmente tentar converte-los pelo menos parcialmente. Elas incluem coisa como:

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WebCast sobre OpenXML e VS 2010

Amigos,


Farei daqui a pouco um WebCast para a Microsoft sobre “OpenXML e Novidades do Visual Studio 2010”. Ainda dá tempo para se inscrever em http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032403851&Culture=pt-BR

A gravação estará disponível depois para visualização.

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Vantagens do Silverlight 2

Em outubro do ano passado a Microsoft lançou oficialmente o Silverlight 2, uma espécie de “.NET Light”  para rodar dentro de navegadores Internet.

O Silverlight 2 suporta diversos navegadores (IE, Firefox e Safari ) e sistemas operacionais (Windows, MacOS e Linux). É uma excelente alternativa para aplicativos Web tradicionais, já que seu modelo de desenvolvimento é bem mais rico que o da Web.

Ele é concorrente direto do Adobe Flash e é uma alternativa praticamente irresistível ao pessoal que já tem experiência com a plataforma Microsoft em .NET (C#, VB.NET). Em relação ao Flash ele é uma plataforma de desenvolvimento muito mais completa e madura. Seu modelo de desenvolvimento também é mais semelhante ao modelo familiar de desenvolvimento de aplicativos Windows. Grande parte do desenvolvimento é feito no Visual Studio; a parte visual pode (ou deve) ser desenvolvida no “Microsoft Expression Blend”, que trabalha em conjunto com o Visual Studio.

Aparentemente, o Flash ainda tem algumas vantagens em manipulações tridimensionais, mas nada que não possa ser incluído junto com os próprios aplicativos ou que não possa ser suportado no futuro diretamente pela Microsoft.

Ambos suportam vídeo e o Silverlight já comeu 20% da fatia de mercado do Flash, que era de 100%. O Silverlight foi usado em eventos importantes como Olimpíadas nos EUA em alta definição, convenção do partido Democrata e a posse presidencial do Obama.

Ele esta disponível download em http://www.microsoft.com/silverlight/.

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PDC e Windows Azure

PDC e Windows Azure

Em outubro estive em Los Angeles para o PDC, o evento principal da Microsoft para desenvolvedores.

Em minha opinião, a principal novidade foi o Windows Azure, uma plataforma de hospedagem “na nuvem” que resolve diversos problemas concretos enfrentados atualmente, especialmente pro empresas pequenas e médias.

Eu acredito bastante no Azure e vou explicar porque.

Economias de escala

Existem economias de escala brutais nesse negócio de hospedar sites, desde o aluguel imóvel até equipamentos de ar condicionado, passando por aquisição de equipamentos de informática e rede, link Internet, softwares e – principalmente – mão de obra para manter o sistema em operação. Questões como “como esta atualização do Windows 2008 vai afetar o Oracle 10i?” podem ser respondidas uma única vez e “reaproveitadas” para milhares de sites.

As economias de escala são tais que fornecedores como a Microsoft (ou o Google ou a Amazon) conseguirão te vender um serviço melhor e mais barato do que custaria para você. Isso não é absolutamente surpreendente, isso ocorre em muitas outras situações: você provavelmente compra roupas prontas, não constrói o próprio carro, não gera a própria energia elétrica nem mantêm uma vaca em casa para produzir leite.

Problemas “práticos”

Sempre que encontro uma empresa média com uma sala de servidores na casa das poucas dezenas de servidores, ouço reclamações semelhantes:

·         O custo dos equipamentos e do software é alto e é um gasto é feito na frente e de uma vez

·         O “capacity planing” é sempre complicado; é igualmente fácil tanto comprar mais equipamentos do que necessário como também não conseguir atender a picos de demanda

·         O custo de manter pessoal especializado à disposição 24X7 é muito alto

·         Mesmo com custo alto de equipamentos, software e pessoal a operação acaba sendo deficiente e existem mais tempos de parada do que seria o aceitável

Por que não um DataCenter?

Os argumentos acima podem ser utilizados para vender um Data Center “convencional”, onde pelo menos você se livra de ter que manter os equipamentos ligados na tomada e a internet funcionando. O problema é que por questões tecnológicas, os data centers não conseguem fornecer muito mais do que isso: a maioria dos aplicativos exige configurações específicas que obrigam o cliente a administrar as máquinas. Você não consegue se livrar da maior parte dos problemas de se ter uma parque de equipamentos próprio.

O problema no fundo é que a plataforma de servidores atual evoluiu organicamente (e caoticamente) para responder às necessidades percebidas ao longo dos anos. O que temos hoje é uma pilha de coisas díspares e extremamente complexas, *sem que exista uma real necessidade para tal*.

 Vou dar alguns exemplos:

·         No início da década de 90 achou-se que os “objetos distribuídos” eram a melhor coisa do mundo. Surgiram tecnologias como CORBA e COM+. No entanto, hoje em dia o pensamento é que devemos usar tecnologias simples e baseadas em HTTP como WebServices ou mesmo REST.

·         No final da década de 90 pensou-se que os “serviços de diretório” eram a melhor coisa do mundo para “armazenar estado do usuário” (seja lá o que isso signifique) e criaram-se tecnologias extremamente sofisticadas como o Active Directory da Microsoft. No entanto, hoje em dia 98% dos aplicativos Web usam bases de usuário próprias e ignoram solenemente os serviços de diretório. Mesmo em aplicativos Windows é difícil encontrar um aplicativo que use o serviço de diretório para algo mais do eu fazer login. Mesmo para autenticação e autorização - uma parte pequena do que os serviços de diretório podem fazer - existem idéias novas como o CardSpace da Microsoft que dispensam os serviços de diretório!

Para manter hoje um parque de servidores é inevitável que você tenha que se preocupar como “objetos distribuídos” e “serviços de diretório”, coisas intrinsecamente complicadas. Mas será que você deveria se preocupar com estas coisas para rodar – ou mesmo para desenvolver - o faturamento de sua empresa? A resposta é não, assim como você não se preocupa como o seu provedor de e-mail faz (ou não) a replicação das bases de dados de configuração e autenticação.

Uma nova plataforma

O que precisamos então é de uma nova plataforma de desenvolvimento onde essas coisas como “active directory”, “ COM+” e mesmo “servidor de banco de dados” sejam abstraídas. Os aplicativos fariam estas chamadas “de alto nível”, sem se preocupar exatamente como elas devem ser implementadas.

A parte da implementação em si fica a critério de quem hospedar o aplicativo.

É essa a idéia por traz do Azure: uma nova plataforma, mais simples, e feita visando hospedagem.

Esta hospedagem pode ter um modelo de negócios “pay as you go”, onde o custo inicial é baixíssimo e você vai pagando na medida que usa (e provavelmente fatura), como uma conta de luz.

Do ponto de vista de infra-estrutura, você só precisa realmente da infra-estrutura de rede: cabos e switches, da mesma forma que a distribuição de energia elétrica precisa de fios, comutadores e quadros de disjuntores.

Os clientes desta plataforma podem ser navegadores, netbooks ou mesmo computadores desktop completos. O importante é que o seu aplicativo não é refém de uma sala de servidores para funcionar.

Por que a Microsoft?

Existem outras empresas como propostas semelhantes, provavelmente a mais madura é da Amazon. A Microsoft tem uma grande vantagem ao seu favor, que vai além do fato dela ser a maior empresa de software do mundo: ela já tem excelentes ferramentas de desenvolvimento, que podem (e serão) modificadas para suportar a nova plataforma. Esta é uma vantagem que nem a Amazon nem o Google tem.

Fico contente vendo a Microsoft usando a sua posição de liderança para levar-nos a uma informática mais produtiva e capaz, onde as empresas poderão concentrar os seus gastos na criação de aplicativos que melhorem seus serviços ao invés de jogarem dinheiro no saco sem fundo da sala de servidores.

PS: Abri um grupo de discussão sobre o Azure em http://tech.groups.yahoo.com/group/azurebr/. Inscreva-se.

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Beta do Windows 7 disponível

A Microsoft liberou ontem uma nova versão beta do Windows 7 para quem estiver cadastrado no http://connect.microsoft.com. Já baixei o pacote de vários gigabytes.

Esta versão é aguardada com grande antecipação, pois existem relatos na Web a respeito de um beta que “vazou” em dezembro de que ela seria mais leve e “redonda” que o Vista.

Após alguns dias de uso posso dizer que gostei. Ela parece ser o que a Microsoft prometeu para o Vista, mas não entregou: o boot é rápido, o UAC (recurso para aumentar a segurança) é bem menos intrusivo e ele parece bem mais “esperto”. Por exemplo, não há a familiar demora de alguns segundos do Vista para abrir uma janela do Windows Explorer.

Na instalação da versão 32 bits ele reconheceu todo o hardware de meu notebook, inclusive o “trackpad” que nem o Vista nem o Windows 2008 reconheceram automaticamente.

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De quem é a culpa quando um upgrade de sistema operacional quebra seu aplicativo?

Se você fizer upgrade da sua versão de Windows e um aplicativo para de funcionar, é culpa da Microsoft. Se você fizer upgrade de uma versão do Apple Mac OSX e um aplicativo quebrar, é culpa do fornecedor do aplicativo. Se você fizer upgrade de sua versão de Linux e um aplicativo quebrar, bem aí a culpa é sua mesmo.

(http://linuxhaters.blogspot.com/2008/09/mini-rant.html)

Original em ingles:

If you upgrade your version of Windows and an application breaks, it's Microsoft's fault. If you upgrade your version of OS X and your application breaks, it's the ISV's fault. If you upgrade your version of Linux and your application breaks, well, that's your own damn fault.

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Windows 7 será mostrado pela primeira vez no PDC

Confirmando algumas suspeitas, a Microsoft estará mostrando a público pela primeira vez o Windows 7 no PDC, seu principal evento para desenvolvedores, que ocorrerá em Los Angeles em final de outubro.

Veja mais em http://www.microsoftpdc.com.

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PDC 2008

O PDC (Professional Developer’s Conference) é o principal evento da Microsoft para desenvolvedores. Ao contrário do TechEd, o PDC não é anual. Ele ocorre apenas quando a Microsoft tem que anunciar alguma coisa nova. O último PDC foi em 2005 e era concentrado nas novidades no Windows Vista e Visual Studio 2005/.NET Framework 2.0.

O PDC com mais novidades que eu fui foi sem dúvida o de 2000 em Orlando. Foi também o que a Microsoft menos anunciou novidades antes. A agenda mostrava apenas sessões plenárias e não existiam detalhes das sessões. A Microsoft anunciou o que então era chamado de NGWS (New Generaton Windows Services), mais conhecido hoje por .NET. Posso dizer que eles pegaram todo mundo de surpresa, inclusive os concorrentes – que têm a obrigação de saber o que se passa. Por exemplo, a Sun distribuiu na rua convites para uma “suíte de hospitalidade” em um hotel, prometendo uma mochila dessas de clube (por sinal de muito boa qualidade e que eu uso até hoje). O pessoal da Sun simpelsmente não tinha resposta ao que havia sido apresentado. Eles só conseguiam dizer que era tudo “vaporware” e que “nada existia”, afirmações desmentidas no último dia do evento quando todos os presentes receberam um conjunto de CDs com a primeira versão pública do .NET Framework e Visual Studio.NET.

Este ano existem detalhes das sessões e o foco principal – pelo que eu pude ver – é “Estendendo a plataforma à nuvem”. Do ponto de vista do desenvolvedor aparentemente são APIs para facilitar a criação de aplicativos que usam também a Internet. Você pode verificar detalhes em http://www.microsoftpdc.com/.

Fiquei sabendo que vai ter tanta coisa nova que eles estarão dando um HD USB de 160 GB para cada participante com o conteúdo das sessões!

Eu estarei lá.

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Google Chrome: Mocinho ou vilão?

Depois de uma semana do lançamento do Beta 2 do Internet Explorer 8 da Microsoft, O Google lançou um novo navegador Web com a promessa de ser “mais rápido e robusto”. Se isso é verdade ou não é cedo para dizer, embora horas depois já tenham descoberto uma séria falha de segurança: http://blogs.zdnet.com/security/?p=1843.


Mas a grande controvérsia do Chrome está em seus “Termos de Serviço” e “Nota de privacidade”, que aparentemente dão ao Google direitos sobre tudo o que você fizer usando o navegador, de informar sobre que softwares você usa e até mesmo de instalar novos softwares sem a sua autorização.


O “Termo de Serviço” em Português é longo, com nove páginas e 4400 palavras, além de incluir links para outros documentos em inglês, como o “Privacy Center”, uma tela com 32 links. O “Google Chrome Privacy Notice” tem 1100 palavras.


Dentro do “Termo de Serviço” encontramos as seguintes “pérolas”:


“1.1 O uso de produtos, softwares, serviços e sites do Google (denominados coletivamente “Serviços” neste documento”


Isto significa que tudo que se refere a “serviço” a seguir inclui o Chrome – caso o leitor fique em dúvida.


“11.1 Ao enviar, postar ou exibir o conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, postar ou exibir nos Serviços ou através deles.”


 Será que isso significa que o Google tem direitos sobre as minhas entradas de blog postadas com o Chrome? Ou que eles podem “ler” as minhas faturas de cartão de crédito, no mínimo para exibir anúncios mais específicos?


E não é so o Google que tem esses direitos, eles podem vendê-lo para quem quiser:


“11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.”


E não só na Internet. Eles podem usar esses dados para o que bem entenderem, como mandar mala direta, imprimir em revistas ou colocar na televisão:


“11.3 O usuário compreende que o Google, ao efetuar as etapas técnicas necessárias para fornecer os Serviços aos nossos usuários, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conteúdo por várias redes públicas e em várias mídias de dados; e (b) efetuar as alterações necessárias ao Conteúdo do usuário para ajustar e adaptar esse Conteúdo aos requisitos técnicos de conexão de redes, dispositivos, serviços ou mídia. O usuário concorda que essa licença permitirá ao Google realizar tais ações.”


E se o conteúdo não for seu? Não tem problema, você assume a responsabilidade. Ou seja, eles roubam, mas quem vai preso é você:


“11.4 O usuário confirma e garante ao Google que tem todos os direitos, poderes e autoridade necessários para outorgar a licença citada anteriormente.”


Tem mais: você dá ao Google o direito de mandar um monte de informações sobre você a título de “atualização”, mesmo quando estiver usando o “modo de privacidade”. O atualizador é um, processo que roda permanentemente na sua máquina e que não precisa pedir mais autorização para mandar nada do seu micro, inclusive arquivos de dados e a lista de programas que está rodando. Por falar nisso, mesmo que você remova o Chrome e dê um boot, o atualizador permanece rodando, a partir de um diretório que normalmente só deveria conter dados: C:\Users\USER\AppData\Local\Google no Windows Vista. Permanece também instalada uma classe COM chamada “GoogleUpdate.OnDemandCOMClass”, carregada sem aviso pelo Internet Explorer!


Você também concorda em rodar qualquer novo programa que o Google julgue ser bom para você, baixado automaticamente pelo onipresente atualizador:


“12.1 O Software usado pelo usuário pode, ocasionalmente, fazer download e instalar automaticamente atualizações do Google. Essas atualizações são concebidas para melhorar, aperfeiçoar e desenvolver os Serviços e podem ser apresentadas sob a forma de correções de erros, funções aprimoradas, novos módulos de software e versões completamente novas. O usuário concorda em receber essas atualizações (e permitir que o Google as forneça) como parte da utilização dos Serviços.”


Você também concorda que eles podem filtrar conteúdos que não sejam “bons para você”:


“8.3 O Google se reserva o direito (mas não tem qualquer obrigação) de pré-selecionar, rever, sinalizar, filtrar, modificar, recusar ou remover qualquer ou todo Conteúdo de qualquer Serviço. Em alguns dos Serviços, o Google poderá fornecer ferramentas para filtrar conteúdos sexuais explícitos. Essas ferramentas incluem as configurações de preferências do SafeSearch (consulte http://www.google.com.br/help/customize.html#safe). Além disso, existem serviços e softwares disponíveis comercialmente para limitar o acesso a materiais que o usuário possa considerar ofensivos.”


Tem mais: você dá direitos perpétuos e irrevogáveis ao que eles tenham conseguido sugar de você:


“13.5 Quando estes Termos forem encerrados, todos os direitos, obrigações e responsabilidades jurídicas das quais o usuário ou o Google tenham se beneficiado, tenham se sujeitado (ou tenham acumulado durante o período em que os Termos estiveram em vigor) ou que expressamente devam continuar em vigor indefinidamente, não serão afetados por essa resolução, e as cláusulas do parágrafo 20.7 continuarão a ser aplicáveis a esses direitos, obrigações e responsabilidades indefinidamente.”


Enquanto eles te roubam, você concorda em ver os anúncios deles:


“17.1 Alguns dos Serviços são mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir anúncios e promoções. Esses anúncios podem ser segmentados ao conteúdo da informação armazenada nos Serviços, pesquisas feitas por meio dos Serviços ou outras informações.
17.2 A maneira, modo e abrangência da publicidade do Google nos Serviços estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário.
17.3 Considerando a concessão por parte do Google do acesso e uso dos Serviços, o usuário concorda com a possibilidade de o Google veicular tais anúncios nos Serviços.”


E você não pode filtrar os anúncios de qualquer forma:


“8.2 O usuário deverá estar ciente que o Conteúdo apresentado como parte dos Serviços, incluindo, sem limitação, anúncios e Conteúdo patrocinado dentro dos Serviços, pode estar protegido por direitos de propriedade intelectual dos patrocinadores ou anunciantes que fornecem esse Conteúdo ao Google (ou de outras pessoas ou empresas em seu nome). O usuário não poderá modificar, alugar, arrendar, emprestar, vender, distribuir ou criar obras derivadas baseadas neste Conteúdo (no todo ou em parte), a menos que tenha sido especificamente autorizado a fazê-lo pelo Google ou pelos proprietários desse Conteúdo, por meio de um contrato separado.”


A versão em inglês dos termos, especialmente a “Nota de privacidade” inclui a provisões de identificar o usuário unicamente. Você pode pensar que não se aplica a você, mas eles já pensaram nisso antes:


“3.2 Se houver alguma contradição entre o que indica a versão em inglês dos Termos e o que indica uma tradução, a versão em inglês deverá prevalecer.”


Sugiro aos leitores não usarem, pelo menos até a Google mudar os termos de licenciamento.

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OpenXML segue em frente

Depois de aprovado no “Ballot Resolution Meeting” ocorrido na Suíça em fevereiro passado, o padrão “DIS 29500” (“OpenXML”) foi oficialmente impugnado por organismos quatro países: Brasil, Índia, África do Sul e Venezuela.

A ISO acaba de anunciar que as impugnações não foram aceitas e que o padrão segue em frente para publicação. Veja o “press-release” da ISO em  http://www.iso.org/iso/pressrelease.htm?refid=Ref1151

Como membro votante do comitê Brasileiro que discutiu o padrão, considero uma doce vitória a derrota dos xiitas Brasileiros, depois do triste papel que a ABNT teve durante a votação, sucumbindo de forma vil aos interesses escusos de certo grupelho que se apoderou de parte do Governo Federal.

Já disse antes e volto a repetir: não interessa aos Brasileiros que o governo seja limitado em suas opções de compra de pacotes de produtividade, que era exatamente o objetivo e o resultado que teria a não aprovação do OpenXML na ISO.

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Visual Studio 2008 Service Pack 1 está no ar

Um “Service Pack” usualmente contém correções e pequenas atualizações. No entanto, o Service Pack 1 do Visual Studio é bem mais do que isso. Além de pequenas correções, ele inclui novidades como:

  • Entity Framework: Uma biblioteca bem completa e complexa [ara acesso a banco de dados, incluindo suporte de editores no Visual Studio
  • ADO DataServices, uma espécie de camada de servidor de bancos de dados
  • Suporte ao SQL Server 2008
  • Várias melhoras no Team System
  • Melhor editor para WPF

Você pode baixar o Visual Studio 2008 em http://msdn.microsoft.com/en-us/vstudio/cc533448.aspx. A imagem ISO tem 850 MB.
Caso você tenha instalado alguma ferramenta beta, prepare-se para ter que baixar uma “ferramenta removedora”. Tenha à mão a mídia original de instalação.

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Como não saber o que pensam seus clientes

Depois de tentar ler a versão on-line da revista da TAM em http://www.tamnasnuvens.com.br/revista/site/index.html, resolvi “escrever para o presidente”, uma tradição da TAM desde os tempos do Comandante Rolim. Quando o Rolim era vivo eu reclamei da qualidade to texto em inglês e depois de algumas semanas recebi uma resposta que parecia ser dele mesmo.

Pois bem, fui ao aplicativo Web e depois de passar por várias páginas com perguntas freqüentes, finalmente pude entrar o seguinte texto:

“A versão on-line da revista em http://www.tamnasnuvens.com.br/revista/site/index.html é absolutamente ilegível, além de terrivelmente lenta.
Vocês devem ter pago caro por um PORCARIA de um aplicativo Flash baseado em enviar imagens de média resolução. Por que não usaram PDF como todo mundo?”

Agora o “melhor” de tudo:  Para prosseguir eu sou obrigado a fornecer informações como nome completo, endereço completo, data de nascimento e CPF! É uma piada! Parece aqueles call-centes que atendem dizendo “sua ligação é muito importante para nós” e depois te deixam esperando por vinte minutos. Naturalmente eles e a revista deles que se danem; eu não preenchi nada.

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Ainda sobre o Unix

Achei um livro publicado pela IDG chamado “Unix Haters Handbook”, disponível gratuitamente em http://www.simson.net/ref/ugh.pdf. Ele começa assim: “Duas das mais famosas invenções da Universidade de Berkley são o LSD e o Unix. Não pode ser coincidência”.

O livro é relativamente antigo (1994) e esta provavelmente é a razão dele ser distribuído gratuitamente. Naturalmente ele não aborda o Linux, mas tem capítulos específicos para temas como “Correio”, “X-Windows” e “C++”.

No capítulo “C++ - o COBOL dos anos 90”, ele começa com a seguinte pergunta e resposta:

P: De onde vieram os nomes C e C++?
R: São notas.

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Novas experiências com Linux

Recentemente tive mais uma (pequena) experiência com Linux. Como me interesso por questões de segurança, quis testar um software que aparentemente é capaz de pegar senhas de rede wireless WEP “do ar” em poucos minutos e este software é disponível apenas para Linux.

Baixei uma cópia de Linux que queimei em um CD. Este mesmo CD dava boot, perguntava que interface com usuário eu queria (sem explicações, escolhi o padrão) e rodava um sistema operacional com uma interface com o usuário semelhante ao Windows XP. Esta cópia de Linux, chamada Backtrack, já vem com uma série de ferramentas de segurança, inclusive a que eu queria. É uma tecnologia chamada “Live CD”.

Até agora achei tudo lindo.

Falta só instalar a minha placa de rede Wifi. Depois de duas horas desisti. Não consegui sequer instalar a placa de rede Ethernet com fio interna. É obvio que alguém que conhece Linux resolveria o problema rapidamente. Mas alguém que não conhece...é difícil.

Por coincidência achei um blog de gente que detesta Linux: http://linuxhaters.blogspot.com/. O lema deles: “Nós odiamos o Linux. E você deve odiá-lo também”. Quem escreve é um cara que conhece bem de Linux e já contribuiu para o KDE. É divertido.Veja algumas passagens:

"I still somehow keep wishing that a random group of volunteer programmers can magically recreate the work done by thousands of Microsoft engineers. I mean, that would be totally awesome. So would having Jessica Alba as a sex slave."

"There are three main security/encryption/certificate libraries on Linux. Yep, three. That's two more choices than we need."

How to create a Linux Distro :

    • Pick versions of the kernel, glibc, gcc, that are different from all other distros. So that you too, can "Think Different," or at least claim that you have the newest kernel among all distros for the next 2 weeks.
    • Pick a color. Make your distro's default desktop look that color. Beware that blue, green, red, and brown are taken. This is your distro's branding you see? Having a consistent color increases usability, even more so than having usable apps.
    • Say that it's "community tested," but mean that you personally haven't tested it all.
    • Release new, barely tested bits every 6 months and claim that it is a sign of progress.
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Esse Idioma Português é muito estranho

Suponha que você vá instalar um jogo de uma grande software-house Americana e que esse jogo suporte diversos idiomas. Faço as seguintes perguntas:

  1. Quantas versões do idioma Inglês existem?
  2. Quantas versões do idioma Português existem?

Respostas:

Inglês, língua oficial em dezenas de países e falado em muitos outros, com até 1.8 bilhões de falantes no mundo: uma única versão.

Português, língua oficial em meia dúzia de países, sendo um grande (Brasil), três médios/pequenos (Portugal, Angola e Moçambique) e mais um punhado de lugarejos (Cabo Verde, Timor Leste, Guiné-Bissau, Macau, e São Tomé e Príncipe) e falado por no máximo 230 milhões de pessoas: duas versões.

Veja a tela de instalação em Inglês:

Mas a coisa fica mais engraçada: olhando no logotipo do jogo, tente adivinhar quais idiomas terão mais palavras em comum:

  1. Português do Brasil e Inglês
  2. Português do Brasil e Português de Portugal

Incrivelmente, a alternativa certa é a número 1. Veja as telas de instalação das duas variedades de Português.

Português do Brasil:

Português “Europeu” (seja lá o que isso quer dizer):

De cara vemos traduções diferentes como “Lar”/“Casa” e “Coleção de Objetos”/”Acessórios”. Mas o desempate ficou para a “tradução” do artigo “the”. No Brasil, onde pouca gente fala Inglês, adoramos anglicismos (“The Sims”, ao invés de “Os Sims”). Já em Portugal, onde o inglês é falado fluentemente por boa parcela da população, especialmente os jovens, eles traduzem tudo! É lógico: o idioma não é nosso, podemos bagunçar à vontade. Já os Portugueses são bem mais zelosos com o idioma “deles”, cuja proliferação deu-se na Época de Ouro das navegações nos séculos XV e XVI, onde uma pequena colônia de pescadores ignorantes tornou-se uma potência mundial graças ao domínio da tecnologia de navegação marítima. É um dos poucos legados dos seus grandes heróis como Vasco da Gama, Bartolomeu Dias e Infante Dom Henrique.

Estão agora falando em “unificar” o Português, em um esforço capitaneado por Portugal (eles são os “donos” do idioma, afinal de contas). Boa sorte.

O Brasil, onde vivem 75% dos falantes de Português provavelmente não dará a mínima para qualquer resolução que modifique significativamente a língua falada correntemente. Já Portugal não se curvará à sua ex-colônia – esse é exatamente o dilema que tiveram os criadores do jogo The Sims, que optaram por criar duas versões. Mas Portugal tende a perder essa briga: a produção cultural do Brasil sob a forma de livros, músicas, espetáculos teatrais, novelas da Globo, páginas Web e agora até software e suas traduções, continuarão a “colonizar” os outros países. Eu estive em Lisboa no ano passado e é impressionante a quantidade de coisas Brasileiras que se vê e ouve. Já a recíproca não é verdadeira: a única coisa legitimamente Portuguesa que se ouve no Brasil são as piadas de Português.

Fontes das estatísticas dessa página: Wikipedia.

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DevExpress ganhou todos os prêmios da ASP.NET Pro Magazine

Quem trabalhou comigo sabe como eu gosto dos componentes da Developer Express (http://www.devexpress.com/). São componentes rápidos, relativamente leves pelo que fazem e vêm com fontes.

Recentemente eles foram indicados a nove prêmios na revista aspNetPro (http://aspnetpro.com/) e ganharam os nove, incluindo “Produto do Ano”, “Melhor pacote de componentes”, “Melhor Grid” e outros.

Sendo admirador deles e tendo inclusive participado da eleição, fico muito contente. Espero que eles continuem criando excelentes componentes a preços acessíveis e com fontes.

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Colocado o último prego no caixão da “velha” Borland

A Borland começou a vida como vendedora de excelentes ferramentas de desenvolvimento como Turbo Pascal e Turbo C. Aqui no Brasil ela é muito conhecida pelo Delphi.

Nos últimos anos a empresa tem direcionado seus esforços na incorporação de ferramentas para ciclo de desenvolvimento, colocando em segundo plano as tradicionais ferramentas de desenvolvimento, concorrendo diretamente com a Microsoft e IBM/Rational.

Há algum tempo atrás ela criou uma subsidiária chamada “Code Gear” e colocou sob esta empresa todas as ferramentas tradicionais. Hoje foi anunciada a venda desta divisão por meros US$23 milhões:

http://www.news.com/8301-10784_3-9937966-7.html?part=rss&subj=news&tag=2547-1_3-0-5

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Windows XP Service Pack 3 disponível

Você pode baixar de http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=5B33B5A8-5E76-401F-BE08-1E1555D4F3D4&displaylang=en.

Curiosamente, a busca no “Microsoft Download” não o trazia hoje de manhã. Talvez falte atualizar algum índice.

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Guitarra Gibson real para o Guitar Hero

Um dos vídeo games de maior sucesso do ano passado foi o Guitar Hero, no qual o jogador tem que tocar “notas” em uma guitarra de brinquedo, que acompanho o jogo.

O enorme sucesso do jogo foi seguido pelo “Rock Band”, que vem com uma “guitarra”, um “baixo”,  uma “bateria” e microfone.

Agora, alguma pessoas estão adaptando guitarras reais para serem usadas com o jogo. Lógico que pelo preço é para adultos com dinheiro sobrando. A firma de um amigo meu fez uma montagem de uma foto dessa guitarra usando Silverlight. O legal é que você pode dar zoom e ver detalhes.

Vale a pena conferir, pela guitarra e pelo aplicativo: http://scottstanfield.com/gibson/gibson.html. Ele também dá detalhes sobre como as fotos foram tiradas.

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MVP Summit cheio de novidades

Participei na semana passada de mais um “MVP Summit”, um evento anual da Microsoft para os seus “Most Valuable Professionals”. O evento conteceu no campus principal da Microsoft em Redmond e também no centro de convenções do Estado de Washington, no centro de Seattle.

Com raras exceções, as palstras eram todas sob NDA (“Non-Disclosure Agreement” - acordo de confidencialidade), portanto não posso dizer o que foi mostrado. Garanto contudo que a Microsoft não está parada e virão coisas bem interessantes  bem boladas em termos de ferramentas de desenvolvimento. Isso é um contraste com o pessoal de sistemas operacionais, a respeito da qual o prório Steve Balmer comentou em uma pelestra não-NDA que o Windows Vista “é um trabalho em curso” (“work in progrress”).

Este foi aliáis o melhor keynote que dos vários eu já assisti do Steve Balmer. Ele parecia confortável nas questões técnicas e de estratégia de produto e não se comportou como o marketeiro usual.

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OpenXML oficialmente aprovado - inclui voto de cada país

Apesar de alguns opositores espalhados pelo mundo (e muitos no Brasil), o OpenXML ganhou a aprovação junto à ISO – International Standards Organization, juntando-se a outros padrões de documento como ODF e HTML.

Evidentemente o OpenXML era apoiado pela Microsoft, a criadora do padrão original. Era combatido pela IBM e Sun, padrinhos de outro padrão chamado ODF. Os apoiadores do ODF, já um padrão ISO dizem que é a mesma coisa que o OpenXML (portanto o OpenXML seria  redundante) e outros dizem que é diferente. Embora se prestem a coisas semelhantes, o OpenXML tem uma grande preocupação de fidelidade aos bilhões de documentos Office já existentes no mundo, coisa que o ODF julga supérflua.

Isto abre as portas para que o padrão seja usado por organizações que acham importante esse negócio de padrão ISO, mas querem ter opções de escolha. Na prática, significa que a Microsoft não pode ser excluída de licitações públicas, que era o objetivo de seus concorrentes e – estranhamente – do governo do PT, que preferia ser obrigado a não ter opções e pagar mais caro por software.

Segue a lista de votação dos países.

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Webcasts de Arquitetura sobre desenvolvimento produtivo

Em 2001 fundei a empresa Architettura (http://www.architettura.com.br/) junto com outros dois sócios, um deles o Fabio Camara que também bloga aqui. Desde então me preocupei muito em bolar uma arquitetura de desenvolvimento de aplicativos de negócio em .NET que fosse ao mesmo tempo flexível e produtiva.

Este trabalho continuou através de diversas consultorias ao longo dos anos, onde os clientes trouxeram novas necessidades que me motivaram a estender a arquitetura (ou um conjunto de arquiteturas) para atender a novas necessidades de negócio ou mesmo hábitos de desenvolvimento.

Apresentarei a minha experiência no assunto em dois WebCasts promovidos pela Microsoft ao longo do mês de abril.

As inscrições já estão abertas:

 

WEBCAST DE ARQUITETURA

DATA: 02/04 – 17:30 h

TEMA: Componentes de arquiteturas Multi-camadas – Parte 1

PALESTRANTE: Mauro Sant’Anna

DESCRIÇÃO: Nesta apresentação uso como base o esquema colorido do documento “Designing Application and Services” do site Paterns & Practices e digo o que significa cada caixinha, quais as possibilidade de organização (1 a 4 camadas), questões de que tipo de dados são tocados entre camadas, de quebra lógica e física, serialização, segurança e aderência a SOA. Ela é baseada em experiência prática e bastante temperada pelas minhas opiniões a respeito de bibliotecas ORM, análise orientada a objetos, OOP remota e outros tópicos.

Please click on the following link for more information regarding this Webcast http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032373804&culture=pt-BR&Action=Preview

 

WEBCAST DE ARQUITETURA

DATA: 30/04 – 17:30 h

TEMA: Um template para aplicações corporativas – Parte 2

PALESTRANTE: Mauro Sant’Anna

DESCRIÇÃO:  Nesta apresentação eu explico com detalhes um esquema de 4 camadas utilizado com enorme sucesso em dezenas de projeto. Este esquema traz grande produtividade e flexibilidade, sem perder desempenho e sem exigir mão-de-obra altamente especializada. Trato detalhes como: troca de interface com usuário, independência de banco de dados, escalabilidade, orientação a serviço, uso de transações, autorização e manutenção de estado. Assim como a outra apresentação, ela é bastante temperada pelas minhas opiniões a respeito de bibliotecas ORM, análise orientada a objetos, OOP remota e outros tópicos.

Please click on the following link for more information regarding this Webcast http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032373811&culture=pt-BR&Action=Preview

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Visualizador de Open XML para Silverlight

A empresa de meu amigo Regional Director, o Chris Auld, lançou um visualizador de OpenXML para Silverlight.

É um projeto interessante, pois permite a visualização de documentos ricos dentro de navegadores em qualquer plataforma suportada pelo Silverlight e sem precisar do Office.

O pessoal da Microsoft blogou a respeito em http://blogs.technet.com/gray_knowlton/archive/2008/03/07/silverlight-viewer-for-open-xml.aspx.

O produto em si pode ser visto em http://www.textglow.net/ e pelo anúncio estará disponível gratuitamente.
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Primeiras Impressões com o Internet Explorer 8 Beta 1

Está disponível para download público a versão Beta 1 do Internet Explorer 8.

De cara fiquei extremamente contente porque implementaram uma sugestão minha: a possibilidade de ligar e desligar componentes ActiveX por site. Agora eu poderei deixar a droga do Flash a princípio desligado e ser poupado daquele tipo de publicidade intrusiva que sites como WWW.estadao.com.br adoram usar, mas ao mesmo tempo habilitar o Flash para ver vídeos no Youtube. A minha alegria durou pouco, no entanto, pois este recurso ainda não funciona no Beta1. Mas a caixa de diálogo associada promete:

O outro pedido meu, o de tratar cookies armazenados como se fossem cookies temporários aparentemente não foi implementado, apesar do Firefox já ter este recurso:


Estas são outras novidades:

  • Atividades: São pequenas “dicas” que o IE reconhece na página e opcionalmente pode abrir uma caixinha com informações adicionais. Por exemplo, o IE reconhece um endereço na página e coloca um botão que permite mostrar um mapa com o endereço. 
  • WebSlices: Uma maneira mais visual de integrar vários “feeds RSS”, cada um ocupando um pequeno espaço na página. Pode ser usado também para um site modificar pequenas partes da página (existe um exemplo em http://ie8.ebay.com/.
  • Destaca o domínio do site na barra de endereços para ajudar a evitar ataques de phishing que escondem o domínio (por exemplo WWW.microsoft.com.hacker.com)
  • Informações adicionais para desenvolvedores como por exemplo detalhes de CSS, scripts e HTML e debug de scripts
  • Maior compatibilidade com padrões W3C 
  • Recuperação automática em “crashes” (melhor seria não travar, mas...)
  • Zoom melhorado
  • Melhorias de performance, como aumento de número de conexões simultâneas de duas para seis.

Este é um exemplo de WebSlice para acompanhar um leilão no EBay:




Baixe em http://www.microsoft.com/windows/products/winfamily/ie/ie8/getitnow.mspx e experimente.

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O Blog dos Regional Directors: www.theregion.com

Além de ter sido honrado com o título de MVP - Microsoft Most Valuable Prtofessional eu também sou desde 2001 um “Microsoft Regional Director” (RD).

Os dois programas tem várias semelhanças, mas também diferenças. Uma das diferenças é que existe um site que agrega os blogs dos RD: http://www.theregion.com/.

Este site emprega uma pessoa que lê e destaca as entradas mais interessantes em todos os blogs. Isto significa que os artigos tendem a ser bastante interessantes e ter uma ótima relação sinal-ruído. Alguns RDs são autores e palestrantes bem conhecidos, como por exemplo: Bill Hollis, Rocky Lhotka, Michele Leroux Bustamante, Stephen Forte, Richard Hundhausen e muitos outros.

Sugiro aos amigos que dêem uma olhada e, quem sabe, coloquem este site na lista daqueles sites que você lê todo dia. Eu leio.

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Webcast sobre OpenXML

Apresentei hoje um “Webcast MSDN” para a Microsoft sobre OpenXML para Desenvolvedores. O nome completo é “Usando Open XML no Desenvolvimento de Aplicações Windows” e ele estará em breve disponível para download em https://msevents.microsoft.com/CUI/SearchDisplay.aspx?culture=pt-BR&evtTypHero=3#eventType=3;culture=pt-BR;searchcontrol=yes;advanced=mnp;pageNumber=1;sortKey=;sortOrder=;pageEvent=false.

O código de exemplo está aqui: http://www.mas.com.br/OpenXML.rar.

 

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Windows Server 2008 já nasce com Service Pack 1

Ao instalar o Windows Server 2008 recém-lançado, você notará que ele já sai de fábrica como “Service Pack 1”, como mostrado aqui:



Por que isso? Existem duas explicações: a "cínica" e a “linha do partido”.

A "cínica" é a seguinte: “Muitos clientes aguardam o Service Pack 1 antes de fazer upgrade dos produtos da Microsoft. Esta á a maneira de ‘acelerar’ as coisas.

A “linha do partido” é a seguinte: “O Vista e o Windows Server 2008 compartilham a mesma base de código, tanto que o lançamento do Vista Service Pack 1 foi simultâneo ao do Windows Server 2008, portanto o Vista já é Service Pack 1 e desta forma este e futuros Service Packs ficam sincronizados”.

Eu pessoalmente acredito que a Microsoft uniu o útil ao agradável: já que o Vista SP1 pode ser considerado a versão “desktop”  Windows Server 2008. Então porque não “aproveitar” e trazer a “aura” de “Service Pack 1” ao Windows Server?

Leia a história oficial aqui.
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Attachment(s): W2008SP1.jpg

Vista Service Pack 1 disponível no site MSDN

Atendendo a diversos pedidos, a Microsoft resolveu liberar o Service Pack 1 do Windows Vista antes do tempo. Ele está disponível no endereço a seguir:

http://msdn2.microsoft.com/en-us/subscriptions/bb608344.aspx

Eu instalei e, para ser franco, não notei muita diferença, a não ser que um “Blue Screen” freqüente, supostamente causado pelo Device Driver da minha placa ATI, parou de acontecer. O “índice de performance” do Aero caiu de 3.5 para 3.3, quem sabe alguém trocou desempenho por estabilidade.
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Copiando arquivos sob Windows Vista

Existem vários relatórios na Internet a respeito da demora ao copiar arquivos sob o Windows Vista, algumas vezes com estimativa de centenas de anos para copiar um arquivo. Eu mesmo vi esse tipo de coisa no meu computador.

Além do problema de velocidade, de vez em quando eu recebo uma mensagem de que “faltam recursos de sistema para efetuar a cópia”

Felizmente consegui contornar ambos os problemas.

1)Usando “copy /z” or “xcopy/z”

Você pode abrir uma tela de comando e usar os comandos “xcopy” e “copy” com a opção “/Z” para se livrar da mensagem de falta de recursos de sistema.

2)Teracopy

Esta é uma ferramenta gratuita disponível em http://www.codesector.com que se integra com o Windows Explorer e permite operações como “Copiar e Colar”, da mesma maneira que você faria anteriormente.

Atualização: Uma entrada no blog de Mark Russinovich's em http://blogs.technet.com/markrussinovich/archive/2008/02/04/2826167.aspx explica que realmente eles bobearam na copia sob Vista ao tentar ser muito ambiciosos e voltaram atrás em várias coisas. Como se diz em Minas Gerais: “quando a esperteza é muito grande ela vira bicho e engole o dono”.

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Windows Server 2008 e Vista SP1 disponíveis

A Microsoft liberou hoje as versões finais do Windows Server 2008 e do Vista Service Pack 1. Elas estarão disponíveis imediatamente para fabricantes de equipamentos (OEMs) e assinantes MSDN e TechNET no caso do Windows 2008.

A distribuição geral para o público deve ocorrer a partir de 18 de março para o SP1 e no dia seguinte para o Windows Server 2008.

Eu já baixei o Windows Server 2008, mas infelizmente o SP1 só está disponível hoje para fabricantes de computadores (OEMs). Sua disponibilidade pública deve ocorrer apenas no dia 18 de março, mesmo para assinantes do MSDN e TechNet :-(.

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Palestrante no DevTeach (Toronto, Canada)

É com prazer que informo aos meus amigos que fui selecionado como palestrante no DevTeach, um importante evento independente para desenvolvedores no Canadá. Este ano ele se acontecerá em Toronto, começando no dia 12 de maio próximo.

Eu apresentarei três sessões, você pode vê-las em http://www.devteach.com/Session.aspx.

Convido meus amigos a me acompanhar :-).
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Comparação independente do OpenXML com o ODF

O OpenXML é o padrão de documentos baseado em XML apoiado pela Microsoft. O ODF é um padrão de documentos baseado em XML apoiado pela IBM e Sun.
Embora sejam vistos de cara como competidores (e o são), os padrões foram feitos segundo premissas substancialmente diferentes:
  • O ODF foi feito a partir do zero e é mais “limpo”
  • O OpenXML foi feito para ter 100% de compatibilidade com os documentos já existentes criados pelo Microsoft Office e portanto é bem mais complexo
Uma empresa chamada Burton Group fez uma longa comparação entre os dois formatos. O relatório completo com mais de 30 páginas encontra-se em http://www.burtongroup.com/Guest/Ccs/WhatsUpDoc.aspx.
Algumas das conclusões:
  • A maior expressividade do OpenXML é bastante importante; o ODF é simples demais;
  • O mercado deve privilegiar o OpenXML, independentemente do resultado da padronização na ISO;
  • O ODF é mais uma afirmação política anti-Microsoft do que algo que os consumidores realmente precisam.
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OpenXML na ISO: O pau continua comendo

Em março deste ano a ISO (organização mundial de padronização) sediará em Genebra uma reunião chamada de “Ballot Resolution Meeting”, onde os organismos de cada país se reunião para conversar sobre as pendências levantadas durante o processo de normatização do DIS 29500 (ECMA 376 / OpenXML).

A delegação Brasileira como um todo é provavelmente contra a aprovação: uma pessoa da Microsoft (a favor), uma da “ODF Alliance” (aparentemente contra) e, se posando de “independente”, mas na realidade contra, uma pessoa da SERPRO. O funcionário da SERPRO é também o “chefe da delegação” - sei lá o que isso significa - talvez os delegados tenham que pedir a ele licença para ir ao banheiro.

Durante as reuniões que eu participei o delegado da “ODF Alliance” sempre me pareceu um cara sensato e por definição favorável aos padrões de documentos, tanto que pertence a essa ONG “ODF Alliance”. Sendo o formato ODF tão bom quanto a ODF Alliance apregoa, qual é o medo de ter um suposto concorrente? Não pode a ODF Alliance devolver o favor que a Microsoft fez apoiando o ODF e apoiar também o OpenXML?

Já afirmei anteriormente que apesar de minhas filiações com a Microsoft, acredito que ter opções sempre é bom:

  • A competição melhora os produtos, pois os fornecedores não podem “descansar sobre os louros”;
  • Permite uma “seleção natural” dos recursos bons. Por exemplo, o ODF se diz um padrão mais conciso e limpo, por ter sido feito do zero sem preocupação de compatibilidade com o Office. Isso pode ser bom, não é mesmo?
  • Evita monopólios, ainda mais um decretado por burocratas.

Vamos deixar os mercados decidirem.

E como último argumento dada a pressão que o atual governo faz contra o OpenXML: “O que é bom para o PT não pode ser bom para você”.

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Teremos PDC em 2008

Depois de suspender a realização do PDC 2007, a Microsoft anunciou a realização de seu principal evento para desenvolvedores em 2008 para 27 a 30 de outubro em Los Angeles.

 

O PDC não é um evento anual, ele ocorre quando a Microsoft tem alguma novidade para anunciar.

 

Leia mais em http://msdn.microsoft.com/pdc2008.

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Pingos nos is (informações sobre OpenXML)

A Microsoft com apoio de outras empresas interessadas - inclusive a M. A. S. Informática da qual sou sócio – lançou um site para informar sobre o padrão OpenXML.

Este site inclui um blog do Raimundo Costa (diretor da Microsoft), notícias e links sobre o assunto.

Vejam mais em http://www.pingosnosis.com.br/.

Aproveitando: tem um artigo interessante sobre compras no governo federal em http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=11256&query=simple&search%5Fby%5Fauthorname=all&search%5Fby%5Ffield=tax&search%5Fby%5Fkeywords=any&search%5Fby%5Fpriority=all&search%5Fby%5Fsection=&search%5Fby%5Fstate=all&search%5Ftext%5Foptions=all&sid=13&text=ideologia&x=9&y=7

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Silverlight 2.0 e novidades no ASP.NET 3.5 anunciados

A Microsoft anunciou que o assim chamado “Silverlight 1.1 Beta” será lançado como Silverlight 2.0. Um beta com “GO live license” (permissão para rodar em produção) estará disponível no primeiro trimestre de 2008.

O Silverligh 2.0 é essencialmente um .NET Framework “light” para rodar como plug-in de browser. Será pequeno, simples, dispensará configurações e estará disponível para outros sistemas operacionais. É um concorrente de peso para o Flash da Adobe.

Além das novidades do Visual Sudio 2008 e .NET Framework 3.5, em breve existirá um “ASP.NET 3.5 extensions” que incluirá:

  • Suporte para MVP (Model-Vierw-Controller)
  • Melhorias no Ajax
  • Integração com Silverlight do lado do servidor
  • ADO.NET Entity Framework

Leia mais no Blog do Scott Guthrie em http://weblogs.asp.net/scottgu/archive/2007/11/29/net-web-product-roadmap-asp-net-silverlight-iis7.aspx.

Para ver os betas, vá a http://preview.microsoft.com/downloads/.

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Minhas dores de Internet no ForumPCs.com

Meu amigo Flavio Xandó, colunista do site ForumPCs condoeu-se da minha situação de acesso a Internet e publicou uma coluna sobre meu problema, com informações adicionais e muitos comentários de usuários.

Leiam e comentem em http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=225885.

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Impressões após duas semanas de Speedy

Depois de ser expulso da festa da Banda larga pela NET/Virtua (http://blogs.vstsrocks.com.br/mauro/archive/2007/11/10/620.aspx), instalei um Speedy de mesma velocidade: 4M/600.

A minha impressão é que não é a mesma coisa, o Virtua era melhor. O curioso é que o problema não é a velocidade: eu consigo fazer downloads a 450 kbytes/segundo, o mesmo que conseguia no Virtua. O problema que eu tenho é latência e (suspeito) limitação da quantidade de conexões TCP/IP. Vejam alguns exemplos.

  • Latência: quando eu coloco a URL no navegador a página demora abaixar completamente, bem mais que no Virtua. Não importa o site, sempre demora um pouco; nunca é “instantâneo”.
  • Limite de conexões: Eu tenho um arquivo .BAT (incluído abaixo) que abre simultaneamente dez dos meus sites favoritos no Internet Explorer. No Virtua ele abria tudo rapidinho, em no máximo 15 segundos. Já no Speedy demora até alguns minutos até que todas as páginas estejam completas. Imagino que exista um limite de conexões TCP/IP simultâneas, algo possivelmente feito para atrapalhar o compartilhamento em rede.

Todas as outras configurações são as mesmas. Eu só troquei o cabo plugado no roteador e ajustei nele o login (PPPoE).

De qualquer forma, tenho que aceitar o “downgrade”, pois o limite de tráfego no NET/Virtua é mesmo ridículo.

sub Open(URL)
  Dim IE
  Set IE = CreateObject("InternetExplorer.Application")
  IE.Visible = true
  IE.Navigate(URL)
end sub
sub OpenMany()
  Open("
http://cnn.com")
  Open("
http://www.estadao.com.br")
  Open("
http://www.dilbert.com")

end sub
OpenMany()

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MIX – Um outro evento da Microsoft

Em 2007 a Microsoft  lançou uma nova conferência chamada “MIX”. Ela é diferente dos tradicionais TechEd e PDC por atrair um publico diferente do usual. Para marcar a diferença, ele é em Las Vegas, um lugar que a Microsoft não usa há muito tempo para sediar outros eventos.

Outra diferença é o formato mais informal e interativo, com a participação de gente de fora da Microsoft. Além disso, é um evento “querido” dos grandes executivos, que desejam que a Microsoft alcance novas audiências.

Eu não pude ir, mas o pessoal que eu conheço que foi gostou muito. O evento do ano passado estava lotado com várias semanas de antecedência e este ano não deve ser diferente.

Se você quiser saber mais, vá ao site do evento: http://visitmix.com/. Eles têm também “podcasts” regulares em http://visitmix.com/blogs/TheSignal/ com novidades sobre a organização do evento (em Inglês).

Eu não sei se irei à próxima edição, mas se você estiver envolvido com a criação de sites Web, esse é um evento a ser seriamente considerado.

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Visual Studio 2008 RTM disponível para download

O Visual Studio 2008 versão final (“RTM”) está disponível para download para quem tem assinatura MSDN a partir de hoje.

 Eu já baixei e instalei!

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Speedy e teoria de conspiração da Telefonica

Como informei antes, resolvi trocar o NET Virtua 4M/600k por um Speedy 4M/600k da Telefonica devido ao fato da NET estar limitando o tráfego de suas conexões em patamares ridículos (http://blogs.vstsrocks.com.br/mauro/archive/2007/11/10/620.aspx).

Ontem chegou meu kit Speedy, que eu prontamente instalei. Inicialmente a velocidade era de apenas 348/126, segundo o próprio modem Thomson 510v6. Depois de dois longos telefonemas de suporte para duas meninas bastante simpáticas, a Ana Paula (que não resolveu) e a Tais (que resolveu), estou navegando a 4M/600k, como no meu antigo Virtua.

Conversei então a respeito da limitação de banda com um amigo meu que é provedor em uma cidade pequena do interior de São Paulo. Ele paga pelo link com a própria Telefonica R$1000 por MB bidirecional por mês , que permitem 617 GB de transferência mensal. Ou seja, um usuário gastando 10GB por dia custaria a ele R$500 por mês, bem mais que os R$130 que eu pagava à NET. Então a NET está “correta” a não me querer mais como cliente? Talvez sim, talvez não.

Em primeiro lugar, uma parte significativa do tráfego é roteada dentro do próprio provedor, desde que as duas pontas estejam dentro dele. Quanto maior o provedor, melhor. Ser grande também facilita, pois permite fazer acordos com outros grandes provedores como Embratel ou Brasil Telecom. Meu amigo estima que o custo da banda para a Telefonica possa muito bem ser 1/10 do dele, ou seja, R$50 para um usuário glutão.

Isso leva a uma questão interessante: será que a Telefonica tem uma estrutura de custo na qual um usuário que gaste R$300GB por mês dê lucro, mas não para a NET que é menor? Se isso for verdade, a Telefonica tem todo o interesse em promover planos ilimitados, pois uma das duas coisas acontecerá, ambas interessantes para ela:

  • Seus concorrentes resolvem não ter planos ilimitados e perdem boa parte de seus usuários para a Telefonica;
  • Seus concorrentes resolvem acompanhar a Telefonica e lançam planos ilimitados por preços semelhantes, tendo prejuízo com vários usuários.

No fundo, o que ocorre é que nesse negócio de provedor Internet a economia de escala importa e muito. Talvez a NET não seja suficientemente grande. A Telefonica pode muito bem posar de boazinha (do ponto de vista de usuários como eu) enquanto está fazendo uma espécie de “dumping” (do ponto de vista de seus concorrentes). Talvez não seja coincidência que a Vivo, que pertence à Telefonica, seja a única empresa a oferecer internet por celular sem limite de tráfego, muito diferente do Giro da Embratel que tem limites de tráfego particularmente baixos.

Pode ser que acabemos todos sendo assimilados pela Telefonica, mesmo que a idéia seja repulsiva. Existe uma substancial teoria econômica a respeito dos “Monopólios Naturais”, na qual a concorrência aumenta os custos para o consumidor ao impedir economias de escala, que é muito aplicada a fornecimento de serviços públicos como esse. Imagine se houvessem dois canos de água na sua porta “para aumentara concorrência”: a infra-estrutura mais cara estaria subutilizada e seus custos seriam repassados ao consumidor. Talvez o exemplo seja ruim, pois a Sabesp é uma empresa particularmente ineficiente – tanto que os hotéis da minha vizinhança compram água em caminhão regularmente, mas esta é a teoria.

Minha opinião é que estes provedores menores e “independentes” com tecnologia cabo e rádio virarão fumaça. Espero que grandes empresas como a Embratel e Claro continuem independentes (a TIM e a TVA já foram assimiladas, pelo que sei), pois no dia que não tivermos concorrência aí sim a Telefonica vai nos esfolar. Até lá eles podem dizer com razão que eles estão abaixando os preços para os consumidores.

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NET Virtua barra seus próprios usuários da “festa da banda larga”

Acabo de assistir a um comercial do “NET Virtua” onde eles identificam um “penetra na festa da banda larga” porque seus downloads estão incompletos. Bem, eu sou usuário do Virtua e tenho muitos downloads incompletos neste instante. A propaganda efetivamente pega o espírito da coisa: eu me sinto completamente “barrado da festa da banda larga”. Propaganda boa, produto ruim.

Depois de usar o Speedy da Telefonica desde janeiro de 2000 em um plano 250/128 sem limite de tráfego, mudei para o NET Virtua no final de 2005 porque eles ofereciam um plano de com velocidade 600/600. Os 600 de upload eram importantes, pois eu acessava o meu micro de fora de casa. Não me lembro se o Virtua tinha limite de tráfego no início, mas pouco depois, eles ofereceram um upgrade para 4M/600 e eu aceitei. O plano 4M/600 poderia ter um dia limite de tráfego de 40GB, mas isso não estava sendo policiado.

Eu era um Internauta feliz até a semana passada, quando recebi um telefonema da NET avisando que eu teria estourado a franquia de tráfego de 40GB em apenas quatro dias e que a minha velocidade seria imediatamente reduzida para 200/200 até o final do mês, o que foi feito. O atendente tentou me vender 20GB adicionais de tráfego por “módicos” R$39,90 (mais impostos). Ora, isso me daria apenas mais dois dias de folga! Perguntei insistentemente em três telefonemas diferentes sobre a existência de algum plano ilimitado e me confirmaram que isso só existia na prática no plano 200/200. Este plano não é promovido e aparentemente existe apenas para “desovar” os usuários dos planos mais rápidos que excederam a franquia.

Verifiquei alternativas e vi que a Telefônica tinha planos ilimitados. A não ser pelos primeiros usuários, a Telefônica tradicionalmente vendeu planos com limite de tráfego, embora esse limite de nunca tenha sido policiado. Aparentemente, quando a NET começou a importunar seus usuários com o limite de tráfego em agosto de 2007, a Telefônica rasgou a fantasia e mudou seus planos oficialmente para ilimitado, provavelmente para tentar pegar os usuários insatisfeitos com a NET.

Aproveitei então para fazer algumas contas e ver quanto tempo durariam as franquias supondo um consumo máximo nos produtos da NET e da Telefonica:

Produto               Down    Up          GB/Dia GB/Mes              Franquia (GB)   Dias       %

Dial-up                 52           33           0.88       26.26                     Não       N/A       N/A
Virtua 200           200         200         4.12       123.60                  Não       N/A       N/A
Speedy 1.0         500         200         7.21       216.29                  Não       N/A       N/A
Speedy 2.0         1000      300         13.39     401.69                  Não       N/A       N/A
Speedy 3.0         2000      300         23.69     710.68                  Não       N/A       N/A
Virtua 2000         2000      300         23.69     710.68                  20           0.84       2.81%
Speedy 4.0         4000      600         47.38     1421.36                Não       N/A       N/A
Virtua 4M           4000      600         47.38     1421.36                40           0.84       2.81%
Speedy 5.0         8000      600         88.58     2657.32                Não       N/A       N/A
Virtua 8M           8000      600         88.58     2657.32                60           0.68       2.26%

A principal fórmula, GB/dia é a seguinte: =(((Down+Up)/8)*60*60*24)/(1024*1024). Isto representa a capacidade total do canal, como vendida pelo provedor. Note que é mais do que você jamais conseguirá com download e upload, pois existem pequenos desperdícios de pelo menos 10% que se acumulam nos vários protocolos utilizados, do TCP/IP até os de mais alto nível como HTTP, FTP, bittorrent etc. Por exemplo, teoricamente eu conseguiria no Virtua 4M download a 500 kbytes/s, mas o máximo que eu já vi foi 450 kbytes/s. E mesmo o download usa um pouco da banda de upload.

A tabela acima permite algumas conclusões interessantes:

  • É possível esgotar a franquia todos os planos de alta velocidade do Virtua em menos de um dia;
  • O menor plano da NET, o furtivo 200/200 para qual são rebaixados seus grandes usuários, permite tráfego de 123 GB/mês, um múltiplo da franquia dos planos de alta velocidade;
  • O menor plano da Telefonica permite 212 GB de transferência por mês, mais de cinco vezes que o glorioso Virtua 4M;
  • A franquia do Virtua 2M é menor do que o permitido por uma linha discada.

Talvez seja propaganda enganosa vender algo como o Virtua 4M que pode ser usado em apenas 2.81% de sua capacidade. Acho que este fato deveria ser mais claro na propaganda, com um aviso do tipo: “com o Virtua você pode usar apenas 2.81% da capacidade disponível”.

Qual seria o ponto de vista de negócio desta iniciativa? Por que eles estão fazendo isso? Posso pensar nas seguintes alternativas:

A. Eles querem ganhar mais dinheiro, os tais R$39,90 por mês;

B. A banda custa muito caro e eles têm prejuízos com usuários como eu; é melhor se livrar desses “glutões”;

C. Eles são burros.

A alternativa “A” só vai tirar dinheiro de quem não sabe fazer conta. Entendo se eles tivessem vendendo por um adicional de R$39,90 um plano ilimitado, mas não míseros 20GB. Posso identificar os seguintes grupos de usuários do Virtua:

  1. Quem não esgota o limite nem sabe do problema e não vai comprar o adicional;
  2. Quem usa muito como eu esgota o limite nos primeiros dias do mês e comprar 20GB não vai fazer a menor diferença;
  3. Quem esgota o limite perto do final do mês, por exemplo no dia 20, usa apenas 2 GB/dia, a metade da capacidade do link vagabundo de 200/200. Não faz muita diferença ser rebaixado e não vale apena comprar o produto!

Alternativa “B”: Eu não sei exatamente qual é o custo de conexão com a internet e se um usuário como eu que trafega 10GB por dia por R$130,00 por mês causa prejuízo à empresa. Mas suponho que não, porque a Telefônica nunca cobrou seus limites e acaba de retirá-los. Admito que eu sou mais custoso, mas não acho que eu traga prejuízo. Se algum leitor tiver informações concretas, eu agradeço. Note que tanto a NET e como a Telefonica compram banda aos gigabits/s e transportam parte do tráfego em redes internas.

Alternativa “C”: Acho que é o caso, especialmente visto a desastrada oferta de 20GB por R$39,90. Além disso, os usuários “glutões” tendem a ser usuários experientes e provavelmente conseguem influenciar bastante gente como amigos e parentes. Mesmo que estes usuários não dêem lucro, talvez valesse a pena retê-los apenas pela propaganda “boca-a-boca” (ou blog neste caso) que eles fazem. Eles podem tanto ajudar como atrapalhar. Dizem que “é preciso dez cliente falando bem para compensar um único falando mal”.

Sendo assim, estou votando com a minha carteira e assinei novamente o Speedy. Cancelarei o meu Virtua assim que o receber e instalar o kit do Speedy na semana que vem. Diga-se de passagem, por R$5,00 a mais (mais impostos) comprei um pacote de “ligações locais ilimitadas”.

Adeus, Virtua. Foi bom enquanto durou. Voltarei à “festa da banda larga”, só que agora com o Speedy. Pensando bem, a NET bem que poderia vender os direitos de uso desta excelente publicidade para a Telefônica, pois é a própria NET que está “barrando os internautas da festa da banda larga” e não seus concorrentes.

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Notícias da Microsoft para desenvolvedores

A Microsoft anunciou que dividirá o TechEd' 08 (USA) em duas “trilhas”: Desenvolvedores e ITPros, seguindo sua divisão usual interna e de sites. Mais informação em www.microsoft.com/teched.

Adicionalmente, hoje durante a abertura do TechEd Europa em Barcelona a Microsoft fez uma série de anúncios. De todos, o mais importante é que o Visual Studio 2008 e o.NET Framework 3.5 foram “liberados para a manufatura”, ou seja, estão prontos!

A outra notícia surpreendendo é que Microsoft “mudará a licença do Visual Studio de forma a permitir que parceiros almejem outras plataformas”. Eu não sei ao certo o que isso significa. Será MacOS? Algum sabor do Unix? Eu tentarei descobrir.

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Discórdia entre os adversários do OpenXML

O padrão de documentos ODF foi promovido pela Sun e IBM competiu com o OpenXML, promovido pela Microsoft.

Embora eu pessoalmente ache que os dois são significativamente diferentes e podem perfeitamente conviver, surgiu recentemente um terceiro padrão de documentos. Este novo padrão chamado CDF (“Compound Document Format”) está sendo promovido pela mesma associação criada para promover o ODF, a “ODF Foundation”. A situação é bizarra e envolve coisas como:

  • A ODF Foundation talvez tenha que mudar de nome!
  • A ODF Foundation aceita vários argumentos da Microsoft, dentre eles: “os documentos em formato ODF não servem para o mercado.”, “o ODF não é aberto e sim é amarrado ao OpenOffice” e “a compatibilidade com o Microsoft Office é importante”.

Depois de sofrer alguns revezes, o OpenXML apoiado pela Microsoft ganha uma nova força, não só pela divisão entre os adversários como também por ver legitimados vários de seus argumentos.

Leia mais nos links abaixo:

http://opendocumentfoundation.us/: Site da Open Document Foundation que informa o apoio ao CDF.

http://info.abril.com.br/blog/machado/index.shtml: Blog em português sobre a questão

http://www.computerworlduk.com/technology/development/software/news/index.cfm?RSS&newsid=5915&pn=1&print: Notícia em inglês.

http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=875: Blog em inglês.

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Um exemplo de OpenXML

Uma das características mais interessantes do novo formato de arquivo do Office 2007, também disponível no Office 2003, é que os arquivos de dados são na verdade arquivos “.zip” contendo arquivos XML dentro deles. Por causa disto, seu conteúdo é facilmente visível e modificável.

Veja um exemplo simples:

1.       Abra o Word 2007 e digite “Mara tinha um carneirinho”;

2.       Faça “paste” de uma imagem qualquer, por exemplo obtida com “Alt-Print Screen”;

3.       Salve como “Alo.docx”;

4.       Vá para o Windowsx exmplorer e renomeie para “Alo.zip”;

5.       Dê um clique duplo e observe seu conteúdo na sua ferramenta de visualização de arquivos “zip”.

Você verá que existe o seguinte dentro deste zip:

·         Um arquivo chamado [Content_Types].xml que serve basicamente para identificar o tipo de arquivo (Word, no caso), através da listagem dos tipos de dados que ele contém;

·         Pasta “Word”, contendo o grosso do documento;

·         Pasta “rels”, que identifica os relacionamentos entre os diversos componentes do arquivo;

·         Pasta “DocProps”, que contém arquivos com propriedades diversas do documento, como versão, tamanho, template usado, autor, quantidade de revisões, etc.

A pasta “Word” é a com mais conteúdo. Eu destacaria o seguinte:

·         Pasta “media”, contendo a imagem que fizemos “paste” anteriormente sob o nome “image1.png”;

·         Arquivo “document.xml”, contendo o documento em si.

Uma brincadeira interessante é extrair o conteúdo do arquivo zip para uma pasta e fazer o seguinte:

1.       Edite o arquivo “document.xml” e modificar o texto “Maria tinha um carneirinho para outra coisa”, tomando cuidado de não tocar no resto. Não use caracteres acentuados por enquanto;

2.       Substitua a imagem por outra, mas mantendo o mesmo nome “picture1.png”;

3.       Comprima as pastas originais e seu conteúdo modificado para um arquivo zip chamado “Alo2.zip;

4.       Renomeie o arquivo “Alo2.zip” para “Alo2.docx”;

5.       Abra o arquivo “Alo2.docx” no Word.

Observe que as mudanças aparecem!

Evidentemente este é um processo manual que pode ser automatizado. O .NET Framerwork 3.0 contém uma API para manipulação deste tipo de arquivo .zip que facilita bastante a automatização destes procedimentos. Veja alguns exemplos de código em http://www.codeplex.com/NDOS/Wiki/View.aspx?title=OXML%20e%20Interoperabilidade&referringTitle=Home.

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Mais apoio ao OpenXML

O padrão OpenXML permite que qualquer aplicativo leia ou gere documentos compatíveis com o Microsoft Office, sem sequer precisar ter adquirido nenhuma cópia do MS Office.  Ele é baseado em XML e arquivos .ZIP, ambos padrões abertos e amplamente disponíveis em qualquer plataforma.

Ele atende a pedidos antigos da comunidade em geral (e ironicamente com peso na comunidade Open Source):

  • Garantia de que mesmo em futuro distante os documentos possam ser lidos;
  • Licença de usar o formato sem royalties ou problemas de patentes;
  • Facilidade de criar e ler arquivos sem ter que adquirir o aplicativo Office
  • Documentação formal do formato (que diga-se de passagem agora também existe para os formatos binários)

Venho solicitar aos amigos que se cadastrem no site http://www.openxmlcommunity.org/joincommunity.aspx e manifestem seu apoio. É interessante suprir uma “quote” (frase) em Português. Este é um site mantido pela Microsoft. Não custa nada.

Aproveitando: existe outro formado de documentos baseado em XML chamado ODF. Este formato é apoiado pela Sun e IBM, com óbvias conseqüências comerciais.

Eu pessoalmente acredito que seja do interesse dos usuários que os dois formatos existam e prosperem:

  • Os dois formatos foram feitos para resolver problemas diferentes e cada um tem pontos fortes e fracos. Por exemplo, o ODF é um padrão novo e conseqüentemente mais “limpo” e fácil de usar. Por outro lado, o OpenXML teve como pré-requisito a compatibilidade com Microsoft Office e é 100% compatível com este, mas é mais complexo;
  • Ter mais de um fornecedor os “matêm honestos”, pois evita monopólios e abusos de poder e preço, especialmente em compras do governo – deixo os “problemas potenciais” ao cargo da imaginação de cada um.
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Nova Linguagem na plataforma .NET

 O Soma, o VP chefe das ferramentas de desenvolvimento anunciou suporte à linguagem “F#”, desenvolvida pela Microsoft Research, como produto comercial.

O F# é uma linguagem “funcional”, como são algumas novidades incluídas no C# 3.0, especialmente os “lambdas”.

Ultimamente estou bastante entusiasmado pelas novidades introduzidas pela Microsoft nas linguagens de programação. A capacidade de representar novos problemas, ou pelo menos representar melhor problemas já existentes é algo muito importante e que ultimamente tem evoluído pouco.

A última grande revolução foi o C++. O Java e o C# são “C++ melhorados”. Já as novidades do C# 3.0 são bastante profundas, mas uma nova linguagem é algo realmente muito legal.

Veja maiores detalhes em http://blogs.msdn.com/somasegar/archive/2007/10/17/f-a-functional-programming-language.aspx.

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Meu Webcast foi vítima do horário de verão

Meu webcast MSDN “Criando WebParts para ASP.NET e SharePoint” que deveria ter acontecido hoje ao meio-dia não aconteceu porque a infra-estrutura, que é toda no exterior, estava preparada para uma hora mais tarde, pois eles não levaram em conta o nosso horário de verão.

É um pouco irônico, tendo em vista que a minha entrada anterior no blog era justamente sobre ajuste de horário de verão!

Este webcast será remarcado para outra data.

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Horário de verão - O que fazer

Chegou o horário de verão e somos informados que devemos adiantar os relógios em uma hora. Isto vale para o micro, certo? ERRADO!!!!

NÃO ACERTE SIMPLESMENTE O RELÓGIO DO SEU MICRO! Isso irá bagunçar coisas como calendário do Outlook . Existem varias opções, mas a minha preferida é baixar uma ferramenta chamada TZEdit.exe http://download.microsoft.com/download/5/8/a/58a208b7-7dc7-4bc7-8357-28e29cdac52f/tzedit.exe e ajustar a entrada e saída do horário de verão para:

Entrada: Segundo domingo de outubro.

Saída: Terceiro domingo de fevereiro.

Esta dica não vale para o Vista – nem adianta tentar. Para o Vista você deve solicitar um “hotfix” no link a seguir: http://www.microsoft.com/brasil/windows/products/windowsvista/verao.mspx.  Você receberá uma e-mail em até “8 horas comerciais” (para mim demorou uns 20 minutos) com instruções e senha de download.

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Disponibilidade do código fonte do .NET Framework

No ano 2000 eu fui a Redmond para um evento de imprensa que anunciou a disponibilidade do “beta 2” do .NET Framework. Eu perguntei então a Anders Hejlsberg sobre a disponibilidade do código fonte do Framework. Ele respondeu a que “estavam pensando em algo a respeito”.

Desde 2002 nós temos o “Shared Source Initiative” (“rotor”) que incluiu fontes mas não exatamente os mesmos do produto comercial. Temos também decompiladores como o “refletor” (http://www.aisto.com/roeder/dotnet/). A Microsoft poderia ter impedido que as ferramentas como essa funcionassem, mas claramente decidiu não fazê-lo.

Mas ainda faltava a habilidade de executar as bibliotecas a partir de nosso código, examinando variáveis e vendo interações em tempo real. Isto é às vezes importante, seja para verificar se há erros em nosso código devido a algum comportamento estranho do Framework ou mesmo bugs no próprio Framework.

Liberar o código fonte das bibliotecas é um procedimento padrão para compiladores, mas como o Framework é mais ou menos parte do Windows, isto ficou em uma zona cinzenta.

Bem, Microsoft anunciou que fornecerá o código fonte para o Framework a partir da próxima versão do Visual Studio (“Orcas”), incluindo depuração integrada. Veja mais em http://weblogs.asp.net/scottgu/archive/2007/10/03/releasing-the-source-code-for-the-net-framework-libraries.aspx.

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Desabafo sobre aviação

Uso novamente este canal para um desabafo sobre a aviação e a sociedade Brasileira.

Acredito que os problemas da aviação brasileira não são isolados à Infrazero ou mesmo ao atual governo. Isso vale mesmo se provado que os fatores primordiais para este acidente foram erros do piloto (difícil não ser) e/ou alguma falha bizarra do avião. Sobre falta de grooving na pista, veja este link sobre o aeroporto de Bristol, Inglaterra: http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/bristol/6233487.stm. O buraco é mais embaixo.

Acho que temos na aviação mais uma "falha sistêmica" da sociedade Brasileira, típica do "a gente somos inútil" que discuti anteriormente em http://blogs.vstsrocks.com.br/mauro/archive/2006/08/24/256.aspx. A tragédia de nós latino-americanos é que não sabemos nos governar. O país mais bem administrado da América Latina chama-se Porto Rico. Eles falam espanhol, dançam rumba e bebem mojitos, mas as coisas que interessam são todas americanas. A polícia federal é o FBI, a de fronteiras é o DHS, quem cuida dos parques é o NPS e da aviação é a FAA. Não imprimem dinheiro, usam o dólar americano.

A aviação brasileira (civil e militar) foi montada pelos Americanos na segunda guerra mundial e nos anos seguintes. Eles treinaram um monte de gente e deixaram uma escola que durou virtuosos cinqüenta anos, mesmo sem a intervenção direta deles. O ITA, por exemplo, foi inspirado no MIT. A Embraer foi criada pelo pessoal do ITA.

Recentemente, tiramos o controle da Aviação Civil dos militares, que cuidaram dela direitinho por muitos anos e o mandamos para Brasília, nas mãos da “turma” de sempre. Para dar uma idéia, países como Argentina, Coréia do Sul e Grécia foram em anos recentes rebaixados à "nível 2" na ICAO. Nunca o Brasil, isso seria inadmissível. Hoje me parece inevitável.

Este acidente à parte, tivemos diversos problemas que jamais deveriam acontecer:

  • Motim de controladores de vôo;
  • Aeroportos de São Paulo entupidos (enquanto em outros lugares joga-se dinheiro fora);
  • Falhas repetidas até mesmo de equipamentos já existentes. Por exemplo, ouvi dizer que os sistemas de pouso por instrumento (ILS) são vaga-lume;
  • Dos oito aviões para testes de equipamento de rádio em terra só um era operacional; o dinheiro foi todo gasto no Aerolula; pelo menos Guarulhos ficou confessamente sem ILS durante vários dias por falta de testes;
  • Overbooking predatório e possível superutilização das aeronaves; o atraso é a regra;
  • Justiça (promotores, juízes) tornando-se experts em aviação e atuando como órgão regulador;
  • Criminalização do acidente da Gol por um magistrado de primeira instância da grande metrópole de Sinop (MT). A criminalização de acidentes aéreos é amplamente considerada prejudicial à aviação, pois coloca todo mundo na defensiva e impede que os problemas sejam descobertos (e evitados). Isso NÃO é feito em outros países como EUA e Inglaterra, a não ser em casos de clara intenção criminal.

Mesmo neste momento, a reação do governo é a pior possível:

  • Monte de boçais, na maior parte dos casos ignorantes em aviação, dando declarações para aparecer enquanto deviam ficar quietos e aguardar a investigação - até para não aparecer que estão interferindo. Isso vale para deputados, promotores, executivos da Infrazero, chefe dos bombeiros e até o governador do estado;
  • Governo Federal monta um "gabinete de crise" não para resolver o problema de aviação, mas sim para gerenciar a má propaganda.

Enquanto isso, a imprensa só atira gasolina na fogueira e diz mais besteiras do que o normal, em uma relação simbiótica com os boçais que querem aparecer. Ninguém escreve nada que preste (pelo menos eu não li). Não vejo ninguém questionar seriamente (ou sequer mencionar) o novo controle civil como parte do problema. Não vi um comentário adulto sobre a sugestão digna do Príncipe das Trevas de se construir um novo aeroporto em São Paulo. Esta sugestão desvia a atenção ao problema da falta de investimento em Guarulhos, já que anunciar investimento em Guarulhos seria reconhecer incompetência (os projetos estão todos prontos, é só executar). No entanto:

  • Não existe onde colocar outro aeroporto; há 25 anos atrás quando isso foi amplamente discutido já não havia;
  • Guarulhos atende apenas 12-15 milhões de pessoas por ano. Os grandes aeroportos do mundo chegam a 45-60, incluindo Heathrow em Londres que tem apenas duas pistas (e Guarulhos teria três);
  • Um aeroporto novo, mesmo se possível, custaria muito mais caro e demoraria muito mais tempo do que expandir Cumbica, sem falar nos transtornos aos usuários (passageiros e Cias aéreas);
  • Encomendar um estudo de viabilidade, a única coisa que será feita, é bem mais fácil que construir qualquer coisa e dá a impressão que o governo está trabalhando. Qualquer que seja o resultado do estudo (99,9% de chance de recomendar expandir Cumbica), isso será divulgado só quando a poeira já tiver baixado e quem tem que executar é o próximo governo.

Nós não sabemos nos governar e não estamos sozinhos: os hermanos argentinos enquanto eram governados pela Inglaterra, até a Segunda Guerra Mundial, eram a sexta renda per capta do mundo. Não tinham miseráveis. Veio o Peron e os transformou em uma “banana republic” no prazo recorde de uma geração. Em vez de ser palavrão, o nome Juan Peron é idolatrado lá por muita gente até hoje.

Sou francamente favorável às soluções que tirem dos Brasileiros o governo do Brasil. Não sabemos fazer isso. Tentamos, mas não deu. Como o país é grande, ideal seria lotear e passar a qualquer interessado. Por exemplo, os estados do Sul iriam para a Alemanha, dada à afinidade que existe principalmente em Santa Catarina. A região Norte para o Japão – já tem um monte de japonês na Zona Franca de Manaus e descendentes no Pará. O Nordeste para os Americanos, já que é o local que precisa de maior investimento. Quanto ao Sudeste, poderia ir para a Espanha, pois estou entusiasmado com o progresso que eles fizeram nos últimos 20 anos, apesar da má impressão que temos da "famosa" companhia de telecomunicações. Ou para a Inlgaterra, que conseguiu transformar Londres de uma metrópole enferrujada em um moderno centro de serviços pós-industrial.

PS: Acabo de ler (http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid23768,0.htm) que está no estágio final a construção de um prédio relativamente alto (47 metros) em Moema, alinhado à pista do aeroporto de Congonhas e apenas a 600 metros dela. O prédio jamais deveria estar lá. Mas o mais incrível é a utilidade do prédio. Sendo esta uma página pública não posso descrever a finalidade do prédio pelo seu nome correto. Digamos que seja um hotel onde a diária é cara, a permanência é curta e que oferece serviços não encontrados facilmente em outros hotéis. O nome é “clube Bahamas”. Isso mesmo, o famoso Bahamas. Esta atividade parece ser uma das poucas que nós Brasileiros (ou Brasileiras, no caso) sabemos desempenhar com alguma competência. Isso e jogar futebol, como diria a piada.

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Abaixo o CAML

Nem tudo que pode ser inventado deve ser inventado. Um grande exemplo é o CAML, uma nova maneira inventada pela Microsoft para expressar queries de bancos de dados em XML.

Mas o que aconteceu com o SQL, o padrão antigo e que funcionava? Por que ele foi substituído? Essa é uma boa pergunta, para a qual ainda não encontrei uma resposta aceitável. Infelizmente, o CAML não é uma curiosidade de laboratório; ele é a maneira oficial de interagir com vários produtos novos da Microsoft, como o SharePoint.

Para dar um exemplo de como ele é ruim, considere a seguinte cláusula “WHERE” de um comando SQL:

WHERE (ID = 10) AND (DueDate < GetDate()) AND (Status <> 'Completed')

Expressões como a mostrada acima têm origem na matemática e são usadas há centenas de anos; as crianças as aprendem na escola. Ela é fácil de escrever e entender. Seus problemas, como conversão de números e datas para texto são bem conhecidos. As falhas de segurança baseadas em injeção de SQL são problemas também conhecidos e para os quais existe a solução de usar queries parametrizadas.

Veja agora como fica a mesma expressão em CAML:

 

      <Where>

        <And>

          <Eq>

            <FieldRef Name="ID"/>

            <Value Type="Integer">10</Value>

          </Eq>

          <And>

            <Lt>

              <FieldRef Name="DueDate"/>

              <Value Type="DateTime"><Today/></Value>

            </Lt>

            <Neq>

              <FieldRef Name="Status"/>

              <Value Type="Choice">Completed</Value>

            </Neq>

          </And>

        </And>

      </Where>

É evidente que a primeira forma é muito mais fácil para os seres humanos entenderem. No entanto, supostamente devemos saber não só entender, mas principalmente criar tais “beldades”. Os problemas de conversão de números e datas para texto continuam a existir, mas pouca gente sabe como resolvê-los. E tem mais: o CAML é vulnerável a ataques de “injeção de XML”, só que não temos uma solução fácil como usar queries parametrizadas.

O CAML define também sintaxe para outras operações como INSERT/UPDATE/DELETE que são ainda mais bizarras, mas que não tenho aqui espaço para comentar.

Mesmo que seja possível expressar em CAML coisas que eram impossíveis na sintaxe antiga, vai ser difícil me convencerem que o CAML não foi um grande passo para trás. Acredito que ele tenha sido criado em boa fé, por pessoas ingenuamente entusiasmadas pelo XML. Só que faltou algum adulto colocar um freio nas maluquices, já que o novo não é necessariamente melhor.

 

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Sem PDC neste ano

A Microsoft suspendeu a realização do PDC, a principal conferência para desenvolvedores (http://msdn2.microsoft.com/en-us/events/bb288534.aspx) previsto para outubro deste ano em Los Angeles.

O PDC não é um evento anual como o TechEd, que começa em 10 dias e sim um evento onde a Microsoft anuncia a tecnologia futura.

No link acima a Microsoft afirma está colocando várias ferramentas beta na mão dos desenvolvedores este ano, como Windows Server 2008, Silverlight e o próximo Visual Studio. Isso é verdade, mas fica a dúvida de qual seria a grande novidade que acabou adiada.

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Padronização na contratação de desenvolvimento

Ministrei duas vezes recentemente uma palestra sobre “Padronização na contratação de software”. A primeira foi em um evento do grupo de usuários codificando.net no dia 19 e a segunda em um WebCast MSDN no dia 24. A gravação está disponível no site MSDN.

O argumento principal desta apresentação é que quando uma empresa contrata um projeto, o fornecedor tem interesse em entregar um produto ruim. O projeto ruim é mais barato (ou pelo menos mais fácil de administrar) e coloca o fornecedor em uma posição melhor para pegar os contratos seguintes de manutenção e evolução.

Apesar de ser um ponto polêmico, o pessoal gostou. Por exemplo, no webcast obtive 86% de ótimo e bom.

Vamos ver se a idéia pega.

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Silverlight rodará .NET!

Já falei aqui outro dia a respeito do Silverlight, o novo produto da Microsoft (ainda em beta) para concorrer com o Flash da Adobe. Ele é bem mais que um simples interpretador de linguagem Script; na verdade é um “.NET Framework light”.

Ele deverá ser um download pequeno, mas incluirá CLR, C# compilador JIT e alguma biblioteca de runtime.

Ou seja, você poderá programar em C#, rodando dentro do navegador e rodando em vários navegadores e sistemas operacionais, mesmo que não sejam da Microsoft, como FireFox e Safari!

Veja mais em http://news.com.com/8301-10784_3-9714003-7.html e http://silverlight.net.

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Próximo Visual Studio Beta 1 lançado hoje

A Microsoft colocou no ar o primeiro beta da próxima versão do Visual Studio ("Orcas"). Vem junto também a próxima versão do .NET Framework, a de número 3.5.

Algumas novidades:

  • Suporte para extensões nas linguagens (LINQ, principalmente)
  • Suporte para desenvolvimento com as novidades do .NET 3 (WCF, WF etc)
  • Novidades no VSTS (“Rosario”)

Você pode baixar a nova versão em http://msdn2.microsoft.com/en-us/vstudio/aa700831.aspx

 

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Microsoft Silverlight

Parece que algumas das minhas preces a respeito de desenvolvimento em cliente rico baseado em Web (Flash & Cia) estão sendo atendidas:

http://www.microsoft.com/silverlight

Silverlight é o novo nome do WPF/E, disponível em versão beta desde fevereiro.

Teremos mais notícias daqui a umas duas semanas durante o MIX, um evento da Microsoft em Las Vegas.

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Google Maps, New York até Paris: Instruções Imprecisas

O que acontece se você pedir um itinerário de Nova York (EUA) até Paris (França) no Google Maps? Bem, ele dá um itinerário completo:

http://maps.google.com/maps?f=d&hl=en&saddr=New+York,+NY&daddr=Paris,+France&layer=&sll=46.13417,-36.123047&sspn=29.978702,81.738281&ie=UTF8&om=1&z=4&ll=44.777936,-36.123047&spn=30.674529,81.738281

Veja um trecho das instruções (ênfase minha):

 

21.   Turn right at Central St          0.1 mi

22.   Turn right at Long Wharf          0.1 mi

23.   Swim across the Atlantic Ocean    3,462 mi 29 days 0 hours

24.   Slight right at E05               0.5 mi 2 mins

25.   At the roundabout, take the 2nd exit onto E05/Pont Vauban 0.1 mi

 

O passo 23 é tecnicamente correto, mas pouco prático. Ele aponta até o exato lugar onde você deve se jogar na água, mas não há nenhum auxílio de navegação pelas próximas 3462 milhas. Talvez devessem fornecer um rumo eu/ou coordenadas GPS?

 

A velocidade de 120 milhas (192 km) por dia ou 4.3 nós também é estranha. Não acho que seja possível nadar a esta velocidade, muito menos continuamente. Por outro lado, é muito lento para um navio. Está mais compatível com um veleiro.

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Palestra sobre Qualidade

Amigos,

Fui convidado pelo pessoal do grupo de usuários Codificando.NET a ministrar uma palestra no evento deles em 19/5/2007. A entrada é gratuita e existem outras palestras; o evento dura o dia inteiro (é um sábado).

Veja mais informações em http://www.codificando.net/Eventos/Codificando2007/default.htm

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Google lança Internet pelo encanamento

Neste lançamento publicado no último dia 1, a Google lança esse inovador método de conexão.

http://www.google.com/tisp/install.html

Agora você poderá dizer com razão que a Internet realmente está na merda!

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Techdays 2007, Lisboa

Estou em Portugal como orador no TechDays, o maior evento já organizado pela Microsoft Portugal, com 2200 participantes:

http://blogs.vstsrocks.com.br/photos/mauro/picture387.aspx

Hoje almocei com vários MVPs de Portugal em companhia de Cristina Gonzáles, MVP lead e Marino Posadas, MVP da Espanha:

http://blogs.vstsrocks.com.br/photos/mauro/picture388.aspx

Fui também entrevistado; o vídeo está aquiI:

http://soapbox.msn.com/video.aspx?vid=58931622-e53b-466a-9fd7-eb62a309c735

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Palestra em Portugal

Amigos,

Estarei a apresentar palestra acerca de “Escalabilidade com SQL Server 2005” no evento TechDays em Lisboa, Portugal no dia 20 de março.

Este é o principal evento técnico da Microsoft em Portugal. Veja detalhes em http://www.microsoft.com/portugal/techdays/2007/oradores.mspx.

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Palestras no DevWeek (London)

Acabei de apresentar a minha segunda palestra no evento DevWeek hoje.

A primeira foi em uma sala de tamanho médio com umas 80 pessoas e a outra no auditório principal, também usado para os Keynotes, com umas 200 pessoas. Nas duas palestras eu cruzei com o Jeff Prosise da Wintellect, keynote speaker e que estava palestrando na mesma sala antes ou depois de mim.

Acabei não tirando fotos da primeira palestra, mas tirei da segunda antes de começar (o auditório só encheu depois) e estou acrescentando ao Blog.

Esta é em frente à programação do dia. Note o canto superior esquerdo: http://blogs.vstsrocks.com.br/photos/mauro/picture379.aspx.

Esta é do auditório antes de encher: http://blogs.vstsrocks.com.br/photos/mauro/picture380.aspx.

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Google desktop hacked

Este documento descreve um ataque baseado no Google Desktop que permite tomar conta da máquina do usuário:

 

http://www.watchfire.com/resources/Overtaking-Google-Desktop.pdf

 

Isso é um aviso não só para usuários do Google Desktop, mas também para desenvolvedores que instalam plug-ins e coisas assemelhadas nas máquinas dos clientes.

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Seqüestros falsos

Depois de whisky falso, CD falso, DVD  falso, bolsa Louis Vitton falsa e remédio falso chega agora ao mercado o seqüestro falso:

http://www.estado.com.br/editorias/2007/02/23/cid-1.93.3.20070223.1.1.xml

Posso afirmar que ele existe: outro dia tentaram me pegar em uma ligação a cobrar de um suposto capitão da Polícia Rodoviária.

Isso é um absurdo e uma tremenda falta de ética dos meliantes. Como agora fará um seqüestrador *verdadeiro*? Todos vão pensar que ele é falso e ninguém mais vai pagar resgate, mesmo que o bandido se dê ao enorme trabalho e risco de realmente seqüestrar a vítima. Isso obrigará o seqüestrador honesto a reter a sua vítima por dias a fio, com grande despesa e risco, até que a ameaça fique claramente evidente. A vítima também será obrigada a suportar o cativeiro – situação reconhecidamente desagradável – por muito mais tempo que o estritamente necessário. Este aumento de custo indubitavelmente será repassado para a família da vítima, que terá que pagar um resgate maior do que o valor anterior, especialmente em se tratando de um seqüestro-relâmpago, cuja duração tradicional era de apenas algumas horas!

Problema semelhante afetou os honestos seqüestradores de avião depois de 11 de setembro de 2001. Antes dessa data, todo mundo sabia que a chance de sair vivo de um seqüestro de avião era de 99% e todos (passageiros, companhias aéreas e governos) cooperavam. Agora, basta um seqüestrador gritar seqüestro que ele será linchado pelos outros passageiros a dentadas, mesmo com ameaça de morte, pois os passageiros terão a impressão (totalmente errada) que a morte é certa. Mesmo que os passageiros amarelem, nada fará o comandante abrir a porta da cabine por temer a morte certa, mesmo que a aeromoça sua amante seja esquartejada viva do outro lado da porta. Isso não é maneira de se viver!

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Ideólogo do Open Source desiste do Linux RedHat

Eric S. Raymond, um dos grandes ideólogos do open Source, autor do  famoso livro “A Catedral e o Bazar” desistiu de usar o Fedora, uma variedade de Linux produzido pela Red Hat. O mais impressionante é que suas reclamações trazem à tona as questões gerenciais do Open Source sobre as quais tenho insistido nos últimos anos.

Alguns problemas levantados:

  • Problemas crônicos de governança
  • Fracasso persistente em manter repositórios chave em um estado saudável e consistente
  • Um processo de submissão lamacento e mau-documentado

Ele diz que "provavelmente deveria ter desistido há anos atrás". É claro que ele não saiu correndo para Windows (ou Mac), mas é interessante.

Leia em http://enterprise.linux.com/article.pl?sid=07/02/21/1340237

É claro que os Filisteus discípulos da Utopia dirão “bem-feito para a Red Hat, por ter virado Capitalista”. Isso é como dizer que o Comunismo é o regime perfeito, o problema é que nem a União Soviética, a, Cuba, Coréia do Norte ou o Camboja o “implementaram direito”. O buraco é mais embaixo.

Espero que aqui na República dos Papalvos o pessoal tome nota.

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Adeus, SmartClient

É um fato público e notório que eu sou um entusiasta da tecnologia “SmartClient”, especialmente na encarnação 2.0 usando o ClickOnce para distribuição. Já fiz várias palestras e escrevi vários artigos sobre o assunto, inclusive um para o site MSDN USA que teve excelente avaliação: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/ms953320.aspx

Do ponto de vista técnico, acho uma excelente tecnologia.

Infelizmente, o mercado não a adotou, preferindo sempre coisas “novas” e “web”, mesmo que tecnicamente inferiores, por razões de moda, preconceito e sei lá mais o que.

Continuo odiando o Flash, especialmente da maneira abusada, pesada e pouco intuitiva praticada aqui na Republica dos Papalvos.

Pois bem, venho publicamente jogar a toalha. Declaro agora meu formal apoio a AJAX com WPF/E (http://msdn.microsoft.com/wpfe/). São quebra-galhos, mas pelo menos vêm da “Nave-Mãe”, com quem tenho maior intimidade. E o melhor, não preciso me submeter à suprema humilhação de usar o Flash, software com o qual nunca simpatizei e cuja minha boa vontade foi bastante diminuída depois de receber uma correspondência mal-criada da Macromedia do Brasil em 2002. Nesta carta, algum Indivíduo de Poucas Luzes que lá trabalhava (iniciais E. A. P. S.) me acusou de pirataria, pois o meu Web Designer (terceirizado) colocou sem me avisar um controle Flash em minha Home Page. Respondi por escrito que jamais colocaria novamente no meu site qualquer coisa feita em Flash.

Felizmente poderei continuar a cumprir a promessa.

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Apoio ao padrão Open XML

Amigos,

Como vocês talvez já saibam, existe uma briga hoje sobre padrão de documentos (coisas do tipo que editor de texto e planilhas usam).

Basicamente de um lado está a Microsoft, que propõe o Open XML e do outro a Sun e IBM com o OpenDocument. Ambos os formatos são de alguma forma baseados em XML e são bastante “abertos”, no sentido que apesar dos dois conterem propriedade intelectual de seus criadores, eles prometem não processar ninguém.

Afora a paternidade, existe uma grande diferença entre os dois formatos: o da Microsoft é bem mais capaz. O OpenDocument sequer implementa coisas como fórmulas e tabelas. O OpenDocument também exige Java (!) para uma implementação total.

O OpenXML já é um padrão ECMA e entrará em breve em votação na ISO, organização na qual o Brasil tem voto através da ABNT. Por esta razão, caso você ache que a ABNT deve votar para aprovar o OpenXML, envie a carta abaixo para eles, obviamente colocando seus dados nos locais adequados.

Você não precisa seguir o modelo, pode também escrever algo da sua cabeça.

Mais informações: http://openxmldeveloper.org.

=========================================================================

[Data]

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
Attn. Dr. Eugenio Guilherme Tolstoy de Simone
Diretor de Normalização

Rua Minas Gerais, 190
01244-010 SP São Paulo SP
e-mail: eugenio@abnt.org.br

Assunto: Apoio à aprovação do Open XML ECMA como padrão ISO/IEC

 

Prezado Senhor,

 

Venho pela presente expressar o apoio de nossa empresa à aprovação ao padrão Open XML da ECMA como padrão ISO/IEC e esperamos que a Associação Brasileira de Normas Técnicas vote favoravelmente à ratificação desse padrão pela ISO/IEC.

O OpenXML já é um padrão da indústria quando foi aprovado pelo ECMA dezembro de 2006 e submetido à ISO para aprovação via fast-track.

O Open XML trará grandes benefícios aos usuários de programas do tipo “Office”, quer sejam do setor privado ou público, de indivíduos à grandes empresas.

Destaco como características do OpenXML:

• Grande expressividade
• Compatibilidade com enorme base de documentos já existente
• Bom suporte às pessoas portadoras de deficiências

Estamos à disposição para contato através do telefone [telefone] ou e-mail [email].

Sinceramente,

[Nome Completo]
[Empresa]
[Cargo]

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Devweek 2007 em Londres

Amigos,

Tenho o prazer de comunicar que fui selecionado para ministrar duas palestras no evento “DevWeek” em Londres no final de fevereiro.

Às vezes minha foro aparece no canto superior direito da home page do evento, como mostrado nesta imagem.

Se alguém quiser se inscrever, o site é http://www.devweek.com.

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Livro Mandicas

Reencontrei na semana passada o meu amigo Aleksandar Mandic, quem conheço desde os tempos do “Mandic BBS”.

Ele estará lançando um livro no próximo dia 3 de março às 11:00 na Livraria Cultura em São Paulo um livro chamado “Mandicas” com um monte de frases, a maioria sobre empresas e gerenciamento. Eu li várias delas na sala dele e achei muito boas.

Eu estarei viajando no dia, mas recomendo quem estiver por perto passar lá.

Esse é o livro: http://www.saraivauni.com.br/paginaObra.cfm?isbn=978850206053

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Meu livro publicado pela Microsoft Press USA

Escrevi em conjunto com outros mentores da SolidQualityLearning um livro sobre SQL Server, parte da série “step-by-step” da Microsoft Press chamado “SQL Server 2005: Database Essentials”. Escrevi como chamar objetos programáveis (Functions, Stored procedures, usando tanto T-SQL como CRL).

A Microsoft Press não tem a política de listar vários autores na capa, como fazem outras editoras, portanto o autor é “SolidQualityLearning”. Mas na página “xix” aprece os nomes dos sete autores.

O livro está disponível na Amazon em http://www.amazon.com/Microsoft-SQL-Server-2005-Essentials/dp/0735622078. Tome cuidado com o “Look Inside”, pois pelo menos em 29 de Janeiro 29th de 2007 ele era de outro livro.

Subi as fotos neste blog.

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Dicas para viajem à Seattle

Em abril de 2008 nós do programa MVP teremos uma reunião (“MVP Summit”), no qual irão muitos brasileiros. Várias pessoas me pediram dicas de viajem e resolvi postá-las aqui.

As dicas são para Seattle, mas muitas delas valem para os Estados Unidos em geral.

Voando

Procure comprar qualquer trecho doméstico em conjunto com o bilhete internacional. Além de mais barato, você tem a franquia de bagagem “Brasileira” ao invés da “Americana” que diminui a cada dia (veja abaixo). Pesquise alternativas, os preços podem variar bastante de uma companhia aérea para outra. Considere voar de Lan Chile via Lima e Copa Airlines via Panamá. Os dias de fim-de-semana (sexta à domingo) são mais procurados e mais caros.

Caso a viajem seja com milhas reserve com antecedência de muitos meses e seja flexível quanto a datas. Não pense que o itinerário que você deseja estará automaticamente disponível.

Não conte com refeição à bordo nos vôos domésticos, mesmo em vôos transcontinentais. Leve um “farnel”, é cada vez mais comum. As lanchonetes do aeroporto vendem comida “para viajem”.

Ao cruzar o país de Leste para Oeste, o fuso horário está ao seu favor e você chega umas duas ou três horas “depois” de sair, ou seja, não atrapalha o seu dia. Já cruzando de Oeste para Leste é diferente: a maioria dos vôos saem até as 14:00, você chega no final da tarde ou noite e perde o dia inteiro na viajem, incluindo chegar no aeroporto com antecedência. Uma alternativa é pegar o “red-eye” (porque você chega com o olho vermelho). Os red-eyes saem tipicamente às 22:00 e chegam na costa leste de manhã bem cedo (5-6 da manhã). É um jeito de economizar uma noite de hotel e ter dois dias para passear. A alternativa sem o red-eye é o contrário: você gasta uma noite a mais de hotel e perde um dia de viagem.

Aproveitando: os red-eye Oeste-Leste são o único tipo de vôo noturno domésticos existentes nos EUA. Mesmo os grandes aeroportos praticamente fecham depois das 21:00 e só terão movimento de novo lá pelas 5:00 do dia seguinte.

Um red-eye para a costa Leste pode ser uma boa oportunidade para conhecer a cidade da escala do vôos. Você chega na cidade de conexão de manhã cedo e tem o dia inteiro disponível. A sua bagagem despachada fica com a companhia aérea e você tem que carregar apenas a mala de mão. Dá para fazer algo parecido na ida, mas o vôo para a Costa oeste sairá mais cedo, lá pelas 18:00 e você não economiza o hotel. A seguir algumas sugestões de passeio nos hubs das companhias aéreas:

  • United via Chicago: o metrô (“CTA”) vai até o aeroporto e o taxi não é muito caro. Você pode conhecer a “Magnificent Mile” (Michigan Avenue), o edifício Sears - o mais alto dos EUA e o Field Museum, inspirado (e mal executado) no Deutches Museum de Munique.
  • United via Washington: Alugue um carro: o aeroporto é longe e o transporte coletivo é uma piada. A cidade é um espetáculo. Tem os monumentos de praxe e muitos museus. O Air and Space Museum é o mais visitado do mundo. Ele tem agora uma filial do outro lado do aeroporto.
  • Delta, American ou TAM via Nova Iorque (JFK): Pegue um taxi ou van para Manhattan.
  • Delta via Atlanta: o moderno metrô serve o aeroporto e o centro da cidade. Veja o Centennial Park, a CNN, a sede da Coca Cola e “Atlanta Underground”.
  • Continental via Nova York (Newark). Pegue o trem até Penn Station em Manhattan. Tome cuidado com o horário do trem de volta. Só dá para saber a plataforma com alguns minutos de antecedência nos monitores. A sinalização é uma porcaria, não tem ninguém para dar informação, nem as outras pessoas te darão bola.
  • Continental via Houston: alugue um carro, visite a NASA e faça compras de eletrônicos na Fry’s.
  • American via Dallas: alugue um carro e faça compras de eletrônicos na Frys. A única atração turística que eles mostram com pitoresco orgulho é o local do assassinato do Presidente Kennedy.
  • American ou TAM vai Miami: alugue um carro e compre muamba no centro de Miami ou em algum Shopping. Visite os prédios Art-Deco de Miami Beach.

Passeios em Seattle

Fábrica da Boeing: SUGIRO RESERVAR COM ANTECEDÊNCIA por telefone, do Brasil mesmo http://www.boeing.com/companyoffices/aboutus/tours/gw.html.

Museum of Flight: um dos melhores museus de aviação do mundo: http://www.museumofflight.org/.

Seattle Center: Local da “Exposição Mundial de 1962”, inclui construções da época como o Space Needle (cartão postal da cidade) e o Monorail, com adições modernas como o Science Museum, IMAX theater, Experience Music Project e o Science Fiction Museum. Os dois últimos foram criados por  Paul Allen, fundador da Microsoft e dono de boa parte dos acervos. http://www.seattlecenter.com/, http://www.emplive.org/, http://www.sfhomeworld.org/.

Submarino russo: Diesel-elétrico, da década de 70. Você pode entrar nele e observar a péssima qualidade de construção. http://www.russiancobra.com/.

Mt. Ranier: umas 2/3 horas de viajem, paisagem de floresta temperada com neve. http://www.nps.gov/mora/.

Six Flags Enchanted Village: Parque temático. Não é nenhum “Six Flags Magic Mountain”, mas tem quem goste. http://www.sixflags.com/parks/enchantedvillage/. O parque aquático só abre no verão. O Hopi Hari em Valinhos (São Paulo) é mais barato e talvez melhor. Veja reviews que incluem o parque aquático em http://www.tripadvisor.com/Attraction_Review-g58471-d143952-Reviews-Enchanted_Village_and_Wild_Waves-Federal_Way_Washington.html.

Existem alguns “passes” que dão desconto em atrações e valem a pena se você for passear bastante. Veja em  http://www.goseattlecard.com/ e http://www.citypass.com/city/seattle.html?id=WFSWLSEF (são coisas diferentes).

Hospedagem

Os preços variam muito, é interessante cotar em sites como Expedia, Orbitz, Travelocity, Hotels.com. Sugiro o seguinte: veja o preço em um desses sites E RESERVE NO SITE DO PRÓPRIO HOTEL. As vantagens do site do hotel são: o preço é o mesmo, mas não pedem pagamento prévio (só um cartão de crédito para caso de “no-show”), é fácil remarcar, desmarcar, sair mais cedo se não gostar, te colocam em quartos melhores etc. Quando você compra nos outros sites, eles recebem uma miséria e te tratam como a um mendigo. Você vira “refém”, pois eles sabem que você não conseguirá cancelar sem muito trabalho e despesa.

Caso você vá alugar um carro, vale mais a pena pegar um hotel LONGE DO CENTRO. Comparado a um hotel no centro mesmo preço (ao redor de US$100 por noite), será mais novo, mais limpo, o quarto será muito maior, o pessoal será mais simpático, os outros hóspedes não terão cara de bandido, o pessoal da recepção falará Inglês, não vão cobrar estacionamento e você estaciona perto do hotel. As chances de achar “free continental breakfast”, “free local calls” e “free WiFi” aumentam enormemente.

Caso você vá comprar coisas para comer em supermercado, peça uma geladeira ao hotel. Frigobar no quarto NÃO é usual nos EUA, como no Brasil, mas os hotéis geralmente têm algumas geladeirinhas para emprestar se você pedir, da mesma maneira que eles têm berços e camas extras. Peça com antecedência e ligue para o hotel uns dias antes para confirmar. Usualmente não custa nada.

Compras em Seattle

Fry’s (Renton): Informática (inclusive peças como motherboard, CPU e memória), eletrônicos, brinquedos, som, vídeo, etc. Imperdível. Quando entrar, vire à direita e leia os jornais com ofertas pregados na parede. Eles adoram “errar” no preço (sempre para cima); fique esperto. Uma especialidade é colocar itens mais caros em prateleiras etiquetadas com coisas similares mais baratas; DVD virgem em final de corredor é infalível. Outra coisa: muitas vezes o preço real é menor do que o da etiqueta, mas eles “esquecem” de remarcar e o caixa passa o preço maior. Eu costumo anotar a caneta para conferir no caixa – oralmente, item por item, já que não existe indicador de preço do lado do cliente (é claro).

COMPUSA: Fecharam!

Office Depot (ao lado da ToysRUs em Bellevue): Artigos de escritório; alguma coisa de informática (costuma ter impressoras baratas, pergunte sobre promoções).

ToysRUs (ao lado da Office Depot em Bellevue): Brinquedos e roupas de criança. Grande variedade, preços normais para o padrão Americano.

Best Buy (Bellevue, do outro lado da estrada em relação ao centro): Eletrônicos.

Circuity City (Bellevue em direção à Microsoft): Eletrônicos.

Wal-Mart (Renton, não muito longe da Frys): Diversos (grande supermercado, tipo Carrefour).

Sam’s Club (Renton, não muito longe da Fry’s): Diversos, em geral a bons preços, grande quantidade e pouca variedade. Só pode comprar com cartão deles, mas o Brasileiro vale. Caso o seu cartão seja do modelo antigo, peça para digitar o código de país do Brasil, que é 105.

Muitos preços são anunciados incluindo um desconto a título de “mail-in-rebate”. Esqueça este desconto quando fizer a conta do preço das coisas. É um trambique no qual os fabricantes em conluio com as lojas forçam os clientes a seguir uma verdadeira corrida de obstáculos de forma a receber uma parte do dinheiro de volta. No Brasil daria cadeia.

Sobre devoluções

Não existe “código de defesa do consumidor” nos EUA. Cada loja tem a sua política e ninguém é obrigado a aceitar nada de volta. Observe avisos de “All Sales are final”. Por exemplo, a Fry’s não aceita componentes eletrônicos como memória e CPU de volta. Ninguém aceita devolução de software, CDs e DVDs abertos.

Apesar disso, as grandes lojas têm política de devolução. “Store Credit” (troca por outra coisa) é o padrão, mas eles costumam também devolver o pagamento, mas na mesma moeda que receberam: dinheiro em dinheiro, cheque em cheque etc. Isto tem algumas conseqüências dignas de nota: 1) Traveler’s Checks: algumas lojas os consideram “dinheiro”, mas outras os consideram ”cheque”, especialmente se estiverem com pouco dinheiro em caixa. “Cheque” significa um cheque em dólares enviado para o seu endereço, um mico. 2)Cartão de crédito: eles creditam o valor no seu cartão. Isto pode ser neutro ou ruim. Pode ser que os lançamentos sejam compensados na mesma fatura e você não perca nada. Pode ser que você tenha que pagar a despesa pelo câmbio de venda mais 2% de IOF e receber o crédito no mês seguinte pelo câmbio de compra. Você leva um fumo de 10-15% do valor da compra nessa brincadeira. O AMEX faz isso sempre, mesmo no próprio mês. Veja exemplo na minha galeria de imagens no blog.

Em resumo: Se você for comprar alguma coisa que acha que pode ter que devolver, pague em dinheiro.

Compras pela Internet

Não é tão fácil como parece, pois nós Brasileiros temos dois grandes problemas:

1.      A maioria dos comerciantes não aceita cartão de crédito estrangeiro e/ou entrega fora do domicílio do cartão. A exceção notável é a Amazon, que faz ambos. Algumas lojas aceitem o pedido – e não fazem nada. É até possível mandar um “wire transfer” pessoalmente naquelas lojas que anunciam “Pay Day Loans” ou “Checks Cashed”, mas é bem complicado e eu não recomendo. Outra maneira é abrir uma conta no PayPal, mas você deve fazer isso com antecedência de dois meses para dar tempo de "verificar" o seu endereço. Não é todo mundo que aceita PayPal e você tem que "depositar" o dinheiro com antecedência. O PayPal não é um banco e não está sujeito a nenhum órgão regulador; existem relatos de pessoas que foram simplesmente roubadas por eles.

2.      O prazo de entrega é impreciso; mesmo “overnight” pode significar na prática vários dias. Como vamos ficar poucos dias no hotel isso é complicado. Ter algum endereço em Seattle para entregar é o ideal: você compra com bastante antecedência e paga frete barato. Se você for pedir entrega no hotel, faça duas coisas: 1)Peça para o comerciante colocar “Guest” antes do seu nome e 2)Fale de manhã, tarde e noite com o pessoal da recepção do hotel; isto diminui a chance de eles devolverem o pacote para a transportadora ou o guardarem para si.

Alguns hotéis cobram taxas de até US$5 por pacote para receber encomendas. Verifique a política do hotel e tome cuidado com muitas encomendas picadas. Às vezes os vendedores enviam várias encomendas, mesmo que você tenha pedido para juntar em um pacote só e isso é praticamente impossível de evitar.

Preste atenção ao preço do frete: é comum a loja anunciar um preço “baixo” e cobrar uma fortuna como “Shipping & Handling”. Outra estratégia é enviar cupons de “rebate”. A Tiger Direct, por exemplo, usa ambos os truques e chega às vezes ao cúmulo de oferecer mercadorias “gratuitas”.

Carro

A carteira de motorista Brasileira é aceita normalmente, ao contrário da “Carteira Internacional” que não é reconhecida.

Faça reserva antes (sites tipo Expedia e/ou site da locadora). Não custa nada e não tem nem que dar número de cartão de crédito. NÃO APAREÇA NO AEROPORTO SEM RESERVA, pois vão te depenar. Na pior das hipóteses, ligue do próprio aeroporto para a central de reservas da locadora que é melhor. Se você for chegar na sexta-feira, usualmente depois do meio-dia você pega “tarifa de fim-de-semana” que é mais barata. Verifique.

Caso você vá usar o carro apenas nos dias anteriores ao Summit, alugue de alguém que tenha escritório no centro (Avis, Hertz, Alamo, Enterprise etc) e devolva o carro no centro. Não custa mais e você evita o tempo e a despesa de ter que ir devolver no aeroporto. Verifique antes no site da locadora e tenha certeza de colocar no contrato no momento da locação.

Verifique se o seu cartão de crédito Brasileiro dá direito a “seguro CDW/LDW”. Nenhum AMEX dá direito, mas vários VISA e Mastercard dão. Como o seguro custa mais de US$20 por dia, é uma boa economia e pode valer a pena fazer “upgrade” do cartão de crédito só por causa disso.

Não compre gasolina no momento do aluguel, deixe para reabastecer antes de devolver o carro E NÃO SE ESQUEÇA DE FAZÊ-LO ou vão te esfolar. Verifique o ponteiro de gasolina antes de sair do estacionamento (tem que estar cheio, reclame se não estiver). Quando abastecer pegue o recibo do posto, pois às vezes o pedem, especialmente em locações curtas de um ou dois dias.

Tenha em mente que o atendente da locadora é comissionado no que ele conseguir te empurrar a título de extras, como seguro, upgrade, GPS, seguro, gasolina etc. Ele será muito bonzinho e gentil enquanto enfia a mão no seu bolso.

Dirigindo

Existem algumas diferenças:

                     Os carros de aluguel têm sempre transmissão automática (a não ser o carro esporte do filme “Pretty Woman”);

                     Na maioria dos estados (Washington incluído), você pode virar à direita no sinal vermelho a partir da pista da direita (lógico que outros carros e pedestres continuam com a preferência);

                     As placas “STOP” significam “PARE” e não “dê a preferência”; você deve realmente imobilizar o carro ou chegar muito perto disso;

                     Alguns cruzamentos, por exemplo, dentro do campus da Microsoft, possuem placas de “Pare” em todas as direções (“4-way”). A regra é a seguinte: vai um carro de cada pista de cada vez. Quem chega primeiro tem a preferência. Caso os dois cheguem ao mesmo tempo, o cara da direita tem a preferência. Se um sinal de trânsito pifar, vale esta regra. Se os quatro carros chegarem exatamente ao mesmo tempo, acontece o que foi mostrado no filme “LA Story” com Steve Martin;

                     Virar à esquerda é quase sempre permitido. Em locais com sinal, mas sem tempo de sinal específico para conversão, você anda até um pouco antes do o meio do cruzamento quando o sinal estiver verde para você. Quando o sinal mudar, você vira à esquerda. Até três carros podem fazer isso de cada vez;

                     Dê a preferência para quem estiver entrando na estrada;

                     Se a estrada estreitar, entra um carro de cada pista de cada vez.

Bagagem

Até uns anos atrás, o limite das companhias aéreas Americanas era uniforme em duas malas despachadas de 70 libras (32 kg) cada uma. Recentemente, as empresas aéreas reduziram este limite de forma variada, mas duas malas de 50 lb (23 kg) é o limite típico atualmente.

No entanto, A ANAC obriga que vôos de e para o Brasil tenham um limite de duas malas despachadas de 70 lb cada, mesmo em trechos domésticos do mesmo bilhete. Pode ser que o atendente de Seattle – de onde não saem vôos diretos para o Brasil - não saiba disso. Recomendo levar um “print screen” da política, disponível no site da empresa:

Continental Airlines: https://www.continental.com/web/en-US/content/travel/baggage/check.aspx;

American Airlines: http://www.aa.com/aa/i18nForward.do?p=/travelInformation/baggage/baggageAllowance.jsp&anchorEvent=false.

United Airlines: http://www.united.com/page/article/0,6722,51146,00.html

Delta Airlines: http://www.delta.com/traveling_checkin/baggage/baggage_allowance/index.jsp#checked

Note que em todos os sites acima existem avisos específicos sobre o Brasil.

Caso te obriguem a pagar excesso, pague e anote que você explicou que o limite para o Brasil é maior e que você está pagando sobre protesto. Não se esqueça de mostrar que você anotou o nome do atendente. Isso vai deixá-lo com a pulga atrás da orelha e pode ser que ele investigue melhor por causa disso. Peça reembolso quando chegar no Brasil.

Observe que acima de 70lb por peça você tem que pagar uma taxa fixa que costuma ser de US$100 por peça. Distribua o peso para que isso não aconteça. Evidentemente, é importante usar duas malas grandes e não um monte de malinhas pequenas, pois aí você vai pagar taxa adicional por quantidade, não por peso. Você pode levar também uma mala de mão de até 40 lb (18 kg - isso é bastante) e mais o notebook.

Evidentemente, vejas as restrições crescentes sobre itens em bagagem de mão nos sites das empresas aéreas. Hoje em dia é proibido levar até água.

Microsoft

A Microsoft fica em um “campus”, no sentido que é parecido com o campus de uma universidade Americana. Ficou na mesma? É assim: são dezenas de prédios sem uma cerca ao redor de tudo, muito pelo contrário: as ruas entre os prédios pertencem à cidade e são abertas ao público. Os prédios a leste da estrada 520 formam um bloco mais coeso, os a oeste são “soltos” e intercalados por prédios de outras empresas, que estão sendo lentamente absorvidos.

Os prédios são baixos, em geral com dois andares de altura em um estilo moderno, “limpo” nas cores creme/cimento com janelas em vidro verde e sem adereços, nem mesmo uma grande placa com o nome Microsoft. Isso cria uma grande dificuldade para os visitantes: é impossível tirar uma foto “em frente à Microsoft”.

Para tirar fotos existem basicamente as seguintes opções:

·         Tirar a foto ao lado de uma placa de vaga de visitante em algum estacionamento;

·         Tirar a foto em alguns dos poucos sinais “Microsoft” de tamanho significativo distribuídos pelo campus. Um destes sinais fica na esquina das ruas 156 com 40 em uma pequena praça.

Outra foto boa é ao lado de um fragmento do Muro de Berlim existente dentro do prédio 33, o centro de convenções.

Telefone Útil

1-800-555-1212: É um número gratuito de assistência à lista para números gratuitos como hotéis, locadoras de carros e companhias aéreas. Você chama de qualquer telefone público sem moedas.

Ligando para o Brasil

Nem sonhe em ligar direto do telefone do hotel: custa uma verdadeira fortuna.

O melhor mesmo é o Skype a partir do micro, a €$0,021 por minuto para São Paulo, mais €$0,039 por ligação. Você deve abrir uma conta e depositar dinheiro (mínimo €$10,00) através de cartão de crédito.

Para ligar de telefone fixo existem vários cartões de discagem, disponíveis por toda à parte. A Embratel tem alguns números nos EUA, como por exemplo, 1-800 344-1055 e planos de ligação à cobrar.

Os hotéis chiques (como os que a Microsoft vai nos pagar) cobram uma taxa de mais ou menos US$2.50 por cada ligação local feita do quarto, mesmo para números gratuitos e mesmo que a ligação final para o Brasil não seja completada. Os telefones públicos da recepção do próprio hotel não sofrem desta restrição.

Notas sobre comportamento

Cuidado com brincadeiras: não diga que tem uma bomba na sua mala ou que a nota de US$100 novinha que você está passando foi impressa na sua casa. Mesmo sabendo que não é verdade, os funcionários do outro lado do balcão são obrigados a tomar providências, até porque você pode ser um “auditor” disfarçado que o está testando. As chances de ir preso nestes casos são bastante reais e ninguém terá a menor pena de você.

Como em qualquer lugar do mundo, é comum funcionários de hotel, locadoras, companhias aéreas e similares tentarem tirar vantagem de estrangeiros que não conhecem bem a cultura e não falam bem inglês. Em confrontos, não adianta gritar e dizer que vai chamar o Presidente, o Embaixador ou o Papa. Seja calmo, firme e tente encontrar algum “erro” – mesmo que pequeno - da outra parte e apegue-se a ele.

Lembre-se: não existe “camaradagem”, não faz parte da cultura local.

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MSDN Magazine (edição Americana) em Português

Acabo de saber que a Microsoft lançou a “MSDN Magazine Americana” traduzida para vários idiomas, dentre os quais Português do Brasil. Veja em http://msdn.microsoft.com/msdnmag/issues/06/11/default.aspx?loc=pt.

Ela não é a mesma “MSDN Magazine Brasil” na qual tenho uma coluna. Na verdade, acho a revista Americana uma revista bastante diferente, pois seu conteúdo técnico é bem mais profundo e ela sempre aborda as tecnologias de ponta. Já a revista Brasileira aborda as tecnologias correntes e tem um nível mais adequado ao desenvolvedor Brasileiro.

De qualquer maneira, é uma ótima opção para os leitores mais avançados e que não tem um bom domínio de Inglês.

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Desabafo - A gente somos inútil

Este não é um texto técnico e sim um desabafo.

Evidentemente me repugna ver no alto das pesquisas um semi-analfabeto que o único trabalho que fez na vida foi liderar a maior quadrilha já estabelecida por estas terras. Muitos falam de “decadência moral”, “quebra de valores”etc. No entanto, estou mais para achar que sofremos nesse país de uma completa “dissonância cognitiva”. Ou, dito de outra forma, somos muito burros mesmo.

O melhor exemplo disso, por incrível que pareça, não é a liderança do PT nas pesquisas. É um anúncio de creme dental. Nele, uma atriz que se identifica como dentista diz que “o açúcar é a maior causa das cáries”. Em seguida diz que “o meu filho é uma formiguinha”. Bem, o que uma pessoa com os neurônios trabalhando esperaria ouvir? Seria algo assim: “portanto não deixo o meu filho comer doces, que é um péssimo hábito não só para a saúde dos dentes como para a saúde em geral, responsável por obesidade, diabetes e doenças do coração”. Não é isso que ouvimos, evidentemente. Ela segue dizendo “por isso meu filho escova os dentes com o creme dental marca tal”. Isso dói no meu ouvido. Não faz o menor sentido.

Isso seria mais ou menos dizer o seguinte “Meu filho é um grande alcoólatra. Por isso, quando empresto o carro para ele ir às baladas, faço sempre questão que ele chupe uma bala antes de pegar ao volante na volta, pois é sabido que o açúcar corta o efeito do álcool”. Esta afirmação é absolutamente verdadeira. O açúcar comprovadamente corta o efeito do álcool, tanto que o tratamento padrão para coma alcoólica é a injeção de glicose. Isso é *muito* mais eficaz que trocar a marca de creme dental para combater as cáries. No entanto, dar uma bala para um bêbado antes dele dirigir é uma besteira arrematada, pois iria melhorar apenas ligeiramente a habilidade dele conduzir um veículo. O melhor é não dirigir ou não beber.

No entanto, a grande multinacional dona da marca de pasta de dente gasta milhões para divulgar esta bobagem. Eles devem saber o que fazem. Acho que eles tiraram a inspiração do Ultraje a Rigor:

A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nós é indigente
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil

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Atualização do VS 2003

Saiu o esperado Service Pack 1 do Visual Studio, que resolve vários pequenos problemas. Veja o BLOG do Soma a respeito:

http://blogs.msdn.com/somasegar/archive/2006/08/16/701242.aspx

Aguardamos agora o Service Pack 1 do VS 2005 :-).

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BIT 2006

Atuarei no “Segundo Congresso Baboo ( BIT 2006)- http://www.bit2006.com.br/SP/. Hoje (18 de agosto) estarei no stand de MVP; amanhã às 9:00 apresentarei uma palestra sobre qualidade de código no Visual Studio.

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Substituto do Adobe Acrobat Reader

Você está de frustrado com o tempo que o Acrobat Reader demora para carregar? De saco cheio com as freqüentes atualizações? Escandalizado com o enorme uso de memória para mostrar até o mais simples dos arquivos PDF? Seus problemas acabaram. Veja este software: http://www.foxitsoftware.com/pdf/rd_intro.php.

É leitor de PDF pequeno e rápido. Tem até mesmo um SDK que permite mostrar PDFs de dentro de seu aplicativo. Estou gostando.

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qna.live.com

Ontem recebi um convite para participar de um site novo da Microsoft, o http://qna.live.com. É um lugar no qual você pergunta qualquer coisa e responde qualquer pergunta pendente, podendo votar pela melhor resposta.

Me lembra dos tempos em que eu participava do http://www.experts-exchange.com/, mas este site era orientado a questões técnicas.

Me parece que é uma idéia que a Microsoft está experimentando. De qualquer forma, é divertido perguntar e responder coisas.

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RD do ano - 2006

O programa Director (“RD”), do qual participo, tem 130 pessoas do mundo todo. Ninguém é empregado da Microsoft, mas temos uma posição proivilegiada em termos de acesso aos grupos de produto e informações. Por sua vez, os RDs oferecem feedback e divulgam tecnologias da Mcrosoft.

Uma vez por ano, um de nós é selecionado “RD do Ano”.

É com muito orgulho que informo que eu fui o selecionado para o ano de 2006.

É a primeira vez que um "RD do ano" é selecionado fora do circuito "América do Norte / Europa".

Coloquei uma foto do prêmio em meu blog em inglês em http://maurosjungle.spaces.msn.com/blog/cns!F3CEB0849B03B6CC!190.entry

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Por que não trazer o Bill Gates para abrir o TechEd?

No domingo tivemos um keynote que ninguém gostou, embora eu tenha até achado interessante a palestra do Ray Ozzie.

De qualquer forma, eu acho que não ter o Bill Gates abrindo o *principal* evento da Microsoft, voltado a geeks é um desastre. Ele é o “master geek”. É incrível que ele abra eventos da RSA e até da Fawcette – aqueles picaretas caloteiros – e não abra os da Microsoft.

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TechEd in Boston – Faça mais com mais

Estou em Boston no TechEd, o evento annual da Microsoft.

Assisti um “keynote” de duas horas no domingo à noite. Os keynotes costumavam ser nas manhãs de segunda à quarta. Eu não sei se isto se deve a uma real mudança na estrutura do evento ou simplesmente à falta de espaço no Centro de Convenções, pois o “Salão de Keynote” virou “Salão de Refeições” esta manhã.

O Keynote foi inspirado na série “24 Hours” da Fox. Eu odeio essa série porque ela nunca acaba e você se sente um palhaço ao assistir, parece uma novela da Globo. De qualquer maneira, existe essa moça que é uma guru de computadoes. A atriz que a interpreta veio ao palco e fez algumas brincadeiras.

Um cara chamado Ray Ozzie, que tem o cargo de “Cief Technical Officer” fez um discurso à lá Bill Gates com “visão” e tudo. A idéia principal é que as tecnologias “revolucionárias” (“disruptives”) ainda tem muito gás. A do momento é a “integração entre clientes, servicores e seviços”. A garota do 24 hours brincou dizendo “faça mais com mais”, em contraste ao funesto “faça mais com menos” dos tempos Windows 2003.

Eu gostei: empresas, gastem mais dinheiro conosco. Tomara que os manda-chuvas ouçam.

Esse Ray Ozzie é dos velhos tempos e passou pela Visicalc e Lotus, tendo sido comprado junto com a Groove Networks. Dizem que o Bill Gates passa bastante tempo em San Diego; ter um outro cara técnico “com visão” não é uma má idéia. O Steve Balmer pode ser ótimo para motivar vendedores, mas ele não faz sucesso com pessoal técnico, ele parece mais um vendedor de Herbalife.

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Por que a Microsoft faz componentes tão fraquinhos?

Desde os dias do velho Visual Basic, a Microsoft fornece componentes muito simples – “básicos”, eu diria. Fica sob a responsabilidade do mercado fornecer componentes melhores. Isto é um coisa boa ou ruim?

Por um lado, você pode alegar que escrever componentes é uma tarefa que se encaixa melhor em equipes pequenas, de preferência uma pessoa para cada conjunto de componentes. Esta pessoa conheceria muito bem um dado conjunto de componentes e poderia mantê-los, simples rápidos e sem bugs. Esta não é a maneira pela qual uma grande empresa como a Microsoft desenvolve software, com equipes grandes, despesas administrativas altas e ciclos longos. Então até que faz sentido para a Microsoft delegar esta especialização para terceiros, enquanto ela foca na infra-estrutura, como no sistema operacional, IIS, ASP.NET etc.

Por outro lado, este comportamento significa “vender barato” a sua tecnologia. A maioria das pessoas não usa componentes de terceiros – mesmo os gratuitos. Existe um grande abismo entre os componentes do Visual Studio e os de terceiros. Por exemplo, os DataGrid e geradores de relatórios de terceiros como o DevExpress (www.devexpress.com) são muito melhores que o os da Microsoft.

Eu acredito que Microsoft fazer o que a Borland fazia nos dias de glória do Delphi (lá por 1997). Eles até que deveriam deixar terceiros fazer componentes, mas seu “material básico” deveria ser um conjunto decente, ainda que isso significa adquirir componentes de outras companhias – ou adquirindo as companhias inteiras.

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O FxCop 1.35 RC1 disponível

O FxCop 1.35 RC1 (para Framework 2.0), ferramenta gratuita para análise estática está disponível para download em http://www.gotdotnet.com/team/fxcop/.

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Verificação estática de código nas versões mais baratas do VS 2005

O VS 2005 possui o recurso de verificação estática de código (“Code Analisys”) apenas nas versões mais caras, “Visual Studio Team Edition for Software Developers” e “Visual Studio Team Suite”.

E quem tem uma versão mais barata, como a Express (gratuita)? Bem, nem tudo está perdido. A ferramenta gratuita que deu origem ao “Code Analisys”, o FxCop ainda existe. Ela está disponível em http://www.gotdotnet.com/Team/FxCop/ e tem inclusive versão nova para o Framework 2.0.

Nitidamente a Microsoft não tem nada contra ganhar uns trocados a mais com as versões mais caras, mas ela não abandonou os usuários menos abastados.

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Novo BLOG

Amigos,

Neste BLOG concentrarei as novidades, opiniões e artigos em Portugues relacionados ao processo de desenvolvimento de software e ao Visual Studio.NET de maneira geral.

Tenho também outro BLOG mais geral e em inglês em http://spaces.msn.com/maurosjungle. Confira este também.

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