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De quem é a culpa quando um upgrade de sistema operacional quebra seu aplicativo?

Se você fizer upgrade da sua versão de Windows e um aplicativo para de funcionar, é culpa da Microsoft. Se você fizer upgrade de uma versão do Apple Mac OSX e um aplicativo quebrar, é culpa do fornecedor do aplicativo. Se você fizer upgrade de sua versão de Linux e um aplicativo quebrar, bem aí a culpa é sua mesmo.

(http://linuxhaters.blogspot.com/2008/09/mini-rant.html)

Original em ingles:

If you upgrade your version of Windows and an application breaks, it's Microsoft's fault. If you upgrade your version of OS X and your application breaks, it's the ISV's fault. If you upgrade your version of Linux and your application breaks, well, that's your own damn fault.

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Windows 7 será mostrado pela primeira vez no PDC

Confirmando algumas suspeitas, a Microsoft estará mostrando a público pela primeira vez o Windows 7 no PDC, seu principal evento para desenvolvedores, que ocorrerá em Los Angeles em final de outubro.

Veja mais em http://www.microsoftpdc.com.

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PDC 2008

O PDC (Professional Developer’s Conference) é o principal evento da Microsoft para desenvolvedores. Ao contrário do TechEd, o PDC não é anual. Ele ocorre apenas quando a Microsoft tem que anunciar alguma coisa nova. O último PDC foi em 2005 e era concentrado nas novidades no Windows Vista e Visual Studio 2005/.NET Framework 2.0.

O PDC com mais novidades que eu fui foi sem dúvida o de 2000 em Orlando. Foi também o que a Microsoft menos anunciou novidades antes. A agenda mostrava apenas sessões plenárias e não existiam detalhes das sessões. A Microsoft anunciou o que então era chamado de NGWS (New Generaton Windows Services), mais conhecido hoje por .NET. Posso dizer que eles pegaram todo mundo de surpresa, inclusive os concorrentes – que têm a obrigação de saber o que se passa. Por exemplo, a Sun distribuiu na rua convites para uma “suíte de hospitalidade” em um hotel, prometendo uma mochila dessas de clube (por sinal de muito boa qualidade e que eu uso até hoje). O pessoal da Sun simpelsmente não tinha resposta ao que havia sido apresentado. Eles só conseguiam dizer que era tudo “vaporware” e que “nada existia”, afirmações desmentidas no último dia do evento quando todos os presentes receberam um conjunto de CDs com a primeira versão pública do .NET Framework e Visual Studio.NET.

Este ano existem detalhes das sessões e o foco principal – pelo que eu pude ver – é “Estendendo a plataforma à nuvem”. Do ponto de vista do desenvolvedor aparentemente são APIs para facilitar a criação de aplicativos que usam também a Internet. Você pode verificar detalhes em http://www.microsoftpdc.com/.

Fiquei sabendo que vai ter tanta coisa nova que eles estarão dando um HD USB de 160 GB para cada participante com o conteúdo das sessões!

Eu estarei lá.

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Google Chrome: Mocinho ou vilão?

Depois de uma semana do lançamento do Beta 2 do Internet Explorer 8 da Microsoft, O Google lançou um novo navegador Web com a promessa de ser “mais rápido e robusto”. Se isso é verdade ou não é cedo para dizer, embora horas depois já tenham descoberto uma séria falha de segurança: http://blogs.zdnet.com/security/?p=1843.


Mas a grande controvérsia do Chrome está em seus “Termos de Serviço” e “Nota de privacidade”, que aparentemente dão ao Google direitos sobre tudo o que você fizer usando o navegador, de informar sobre que softwares você usa e até mesmo de instalar novos softwares sem a sua autorização.


O “Termo de Serviço” em Português é longo, com nove páginas e 4400 palavras, além de incluir links para outros documentos em inglês, como o “Privacy Center”, uma tela com 32 links. O “Google Chrome Privacy Notice” tem 1100 palavras.


Dentro do “Termo de Serviço” encontramos as seguintes “pérolas”:


“1.1 O uso de produtos, softwares, serviços e sites do Google (denominados coletivamente “Serviços” neste documento”


Isto significa que tudo que se refere a “serviço” a seguir inclui o Chrome – caso o leitor fique em dúvida.


“11.1 Ao enviar, postar ou exibir o conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, postar ou exibir nos Serviços ou através deles.”


 Será que isso significa que o Google tem direitos sobre as minhas entradas de blog postadas com o Chrome? Ou que eles podem “ler” as minhas faturas de cartão de crédito, no mínimo para exibir anúncios mais específicos?


E não é so o Google que tem esses direitos, eles podem vendê-lo para quem quiser:


“11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.”


E não só na Internet. Eles podem usar esses dados para o que bem entenderem, como mandar mala direta, imprimir em revistas ou colocar na televisão:


“11.3 O usuário compreende que o Google, ao efetuar as etapas técnicas necessárias para fornecer os Serviços aos nossos usuários, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conteúdo por várias redes públicas e em várias mídias de dados; e (b) efetuar as alterações necessárias ao Conteúdo do usuário para ajustar e adaptar esse Conteúdo aos requisitos técnicos de conexão de redes, dispositivos, serviços ou mídia. O usuário concorda que essa licença permitirá ao Google realizar tais ações.”


E se o conteúdo não for seu? Não tem problema, você assume a responsabilidade. Ou seja, eles roubam, mas quem vai preso é você:


“11.4 O usuário confirma e garante ao Google que tem todos os direitos, poderes e autoridade necessários para outorgar a licença citada anteriormente.”


Tem mais: você dá ao Google o direito de mandar um monte de informações sobre você a título de “atualização”, mesmo quando estiver usando o “modo de privacidade”. O atualizador é um, processo que roda permanentemente na sua máquina e que não precisa pedir mais autorização para mandar nada do seu micro, inclusive arquivos de dados e a lista de programas que está rodando. Por falar nisso, mesmo que você remova o Chrome e dê um boot, o atualizador permanece rodando, a partir de um diretório que normalmente só deveria conter dados: C:\Users\USER\AppData\Local\Google no Windows Vista. Permanece também instalada uma classe COM chamada “GoogleUpdate.OnDemandCOMClass”, carregada sem aviso pelo Internet Explorer!


Você também concorda em rodar qualquer novo programa que o Google julgue ser bom para você, baixado automaticamente pelo onipresente atualizador:


“12.1 O Software usado pelo usuário pode, ocasionalmente, fazer download e instalar automaticamente atualizações do Google. Essas atualizações são concebidas para melhorar, aperfeiçoar e desenvolver os Serviços e podem ser apresentadas sob a forma de correções de erros, funções aprimoradas, novos módulos de software e versões completamente novas. O usuário concorda em receber essas atualizações (e permitir que o Google as forneça) como parte da utilização dos Serviços.”


Você também concorda que eles podem filtrar conteúdos que não sejam “bons para você”:


“8.3 O Google se reserva o direito (mas não tem qualquer obrigação) de pré-selecionar, rever, sinalizar, filtrar, modificar, recusar ou remover qualquer ou todo Conteúdo de qualquer Serviço. Em alguns dos Serviços, o Google poderá fornecer ferramentas para filtrar conteúdos sexuais explícitos. Essas ferramentas incluem as configurações de preferências do SafeSearch (consulte http://www.google.com.br/help/customize.html#safe). Além disso, existem serviços e softwares disponíveis comercialmente para limitar o acesso a materiais que o usuário possa considerar ofensivos.”


Tem mais: você dá direitos perpétuos e irrevogáveis ao que eles tenham conseguido sugar de você:


“13.5 Quando estes Termos forem encerrados, todos os direitos, obrigações e responsabilidades jurídicas das quais o usuário ou o Google tenham se beneficiado, tenham se sujeitado (ou tenham acumulado durante o período em que os Termos estiveram em vigor) ou que expressamente devam continuar em vigor indefinidamente, não serão afetados por essa resolução, e as cláusulas do parágrafo 20.7 continuarão a ser aplicáveis a esses direitos, obrigações e responsabilidades indefinidamente.”


Enquanto eles te roubam, você concorda em ver os anúncios deles:


“17.1 Alguns dos Serviços são mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir anúncios e promoções. Esses anúncios podem ser segmentados ao conteúdo da informação armazenada nos Serviços, pesquisas feitas por meio dos Serviços ou outras informações.
17.2 A maneira, modo e abrangência da publicidade do Google nos Serviços estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário.
17.3 Considerando a concessão por parte do Google do acesso e uso dos Serviços, o usuário concorda com a possibilidade de o Google veicular tais anúncios nos Serviços.”


E você não pode filtrar os anúncios de qualquer forma:


“8.2 O usuário deverá estar ciente que o Conteúdo apresentado como parte dos Serviços, incluindo, sem limitação, anúncios e Conteúdo patrocinado dentro dos Serviços, pode estar protegido por direitos de propriedade intelectual dos patrocinadores ou anunciantes que fornecem esse Conteúdo ao Google (ou de outras pessoas ou empresas em seu nome). O usuário não poderá modificar, alugar, arrendar, emprestar, vender, distribuir ou criar obras derivadas baseadas neste Conteúdo (no todo ou em parte), a menos que tenha sido especificamente autorizado a fazê-lo pelo Google ou pelos proprietários desse Conteúdo, por meio de um contrato separado.”


A versão em inglês dos termos, especialmente a “Nota de privacidade” inclui a provisões de identificar o usuário unicamente. Você pode pensar que não se aplica a você, mas eles já pensaram nisso antes:


“3.2 Se houver alguma contradição entre o que indica a versão em inglês dos Termos e o que indica uma tradução, a versão em inglês deverá prevalecer.”


Sugiro aos leitores não usarem, pelo menos até a Google mudar os termos de licenciamento.

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OpenXML segue em frente

Depois de aprovado no “Ballot Resolution Meeting” ocorrido na Suíça em fevereiro passado, o padrão “DIS 29500” (“OpenXML”) foi oficialmente impugnado por organismos quatro países: Brasil, Índia, África do Sul e Venezuela.

A ISO acaba de anunciar que as impugnações não foram aceitas e que o padrão segue em frente para publicação. Veja o “press-release” da ISO em  http://www.iso.org/iso/pressrelease.htm?refid=Ref1151

Como membro votante do comitê Brasileiro que discutiu o padrão, considero uma doce vitória a derrota dos xiitas Brasileiros, depois do triste papel que a ABNT teve durante a votação, sucumbindo de forma vil aos interesses escusos de certo grupelho que se apoderou de parte do Governo Federal.

Já disse antes e volto a repetir: não interessa aos Brasileiros que o governo seja limitado em suas opções de compra de pacotes de produtividade, que era exatamente o objetivo e o resultado que teria a não aprovação do OpenXML na ISO.

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Visual Studio 2008 Service Pack 1 está no ar

Um “Service Pack” usualmente contém correções e pequenas atualizações. No entanto, o Service Pack 1 do Visual Studio é bem mais do que isso. Além de pequenas correções, ele inclui novidades como:

  • Entity Framework: Uma biblioteca bem completa e complexa [ara acesso a banco de dados, incluindo suporte de editores no Visual Studio
  • ADO DataServices, uma espécie de camada de servidor de bancos de dados
  • Suporte ao SQL Server 2008
  • Várias melhoras no Team System
  • Melhor editor para WPF

Você pode baixar o Visual Studio 2008 em http://msdn.microsoft.com/en-us/vstudio/cc533448.aspx. A imagem ISO tem 850 MB.
Caso você tenha instalado alguma ferramenta beta, prepare-se para ter que baixar uma “ferramenta removedora”. Tenha à mão a mídia original de instalação.

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Como não saber o que pensam seus clientes

Depois de tentar ler a versão on-line da revista da TAM em http://www.tamnasnuvens.com.br/revista/site/index.html, resolvi “escrever para o presidente”, uma tradição da TAM desde os tempos do Comandante Rolim. Quando o Rolim era vivo eu reclamei da qualidade to texto em inglês e depois de algumas semanas recebi uma resposta que parecia ser dele mesmo.

Pois bem, fui ao aplicativo Web e depois de passar por várias páginas com perguntas freqüentes, finalmente pude entrar o seguinte texto:

“A versão on-line da revista em http://www.tamnasnuvens.com.br/revista/site/index.html é absolutamente ilegível, além de terrivelmente lenta.
Vocês devem ter pago caro por um PORCARIA de um aplicativo Flash baseado em enviar imagens de média resolução. Por que não usaram PDF como todo mundo?”

Agora o “melhor” de tudo:  Para prosseguir eu sou obrigado a fornecer informações como nome completo, endereço completo, data de nascimento e CPF! É uma piada! Parece aqueles call-centes que atendem dizendo “sua ligação é muito importante para nós” e depois te deixam esperando por vinte minutos. Naturalmente eles e a revista deles que se danem; eu não preenchi nada.

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Ainda sobre o Unix

Achei um livro publicado pela IDG chamado “Unix Haters Handbook”, disponível gratuitamente em http://www.simson.net/ref/ugh.pdf. Ele começa assim: “Duas das mais famosas invenções da Universidade de Berkley são o LSD e o Unix. Não pode ser coincidência”.

O livro é relativamente antigo (1994) e esta provavelmente é a razão dele ser distribuído gratuitamente. Naturalmente ele não aborda o Linux, mas tem capítulos específicos para temas como “Correio”, “X-Windows” e “C++”.

No capítulo “C++ - o COBOL dos anos 90”, ele começa com a seguinte pergunta e resposta:

P: De onde vieram os nomes C e C++?
R: São notas.

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Novas experiências com Linux

Recentemente tive mais uma (pequena) experiência com Linux. Como me interesso por questões de segurança, quis testar um software que aparentemente é capaz de pegar senhas de rede wireless WEP “do ar” em poucos minutos e este software é disponível apenas para Linux.

Baixei uma cópia de Linux que queimei em um CD. Este mesmo CD dava boot, perguntava que interface com usuário eu queria (sem explicações, escolhi o padrão) e rodava um sistema operacional com uma interface com o usuário semelhante ao Windows XP. Esta cópia de Linux, chamada Backtrack, já vem com uma série de ferramentas de segurança, inclusive a que eu queria. É uma tecnologia chamada “Live CD”.

Até agora achei tudo lindo.

Falta só instalar a minha placa de rede Wifi. Depois de duas horas desisti. Não consegui sequer instalar a placa de rede Ethernet com fio interna. É obvio que alguém que conhece Linux resolveria o problema rapidamente. Mas alguém que não conhece...é difícil.

Por coincidência achei um blog de gente que detesta Linux: http://linuxhaters.blogspot.com/. O lema deles: “Nós odiamos o Linux. E você deve odiá-lo também”. Quem escreve é um cara que conhece bem de Linux e já contribuiu para o KDE. É divertido.Veja algumas passagens:

"I still somehow keep wishing that a random group of volunteer programmers can magically recreate the work done by thousands of Microsoft engineers. I mean, that would be totally awesome. So would having Jessica Alba as a sex slave."

"There are three main security/encryption/certificate libraries on Linux. Yep, three. That's two more choices than we need."

How to create a Linux Distro :

    • Pick versions of the kernel, glibc, gcc, that are different from all other distros. So that you too, can "Think Different," or at least claim that you have the newest kernel among all distros for the next 2 weeks.
    • Pick a color. Make your distro's default desktop look that color. Beware that blue, green, red, and brown are taken. This is your distro's branding you see? Having a consistent color increases usability, even more so than having usable apps.
    • Say that it's "community tested," but mean that you personally haven't tested it all.
    • Release new, barely tested bits every 6 months and claim that it is a sign of progress.
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Esse Idioma Português é muito estranho

Suponha que você vá instalar um jogo de uma grande software-house Americana e que esse jogo suporte diversos idiomas. Faço as seguintes perguntas:

  1. Quantas versões do idioma Inglês existem?
  2. Quantas versões do idioma Português existem?

Respostas:

Inglês, língua oficial em dezenas de países e falado em muitos outros, com até 1.8 bilhões de falantes no mundo: uma única versão.

Português, língua oficial em meia dúzia de países, sendo um grande (Brasil), três médios/pequenos (Portugal, Angola e Moçambique) e mais um punhado de lugarejos (Cabo Verde, Timor Leste, Guiné-Bissau, Macau, e São Tomé e Príncipe) e falado por no máximo 230 milhões de pessoas: duas versões.

Veja a tela de instalação em Inglês:

Mas a coisa fica mais engraçada: olhando no logotipo do jogo, tente adivinhar quais idiomas terão mais palavras em comum:

  1. Português do Brasil e Inglês
  2. Português do Brasil e Português de Portugal

Incrivelmente, a alternativa certa é a número 1. Veja as telas de instalação das duas variedades de Português.

Português do Brasil:

Português “Europeu” (seja lá o que isso quer dizer):

De cara vemos traduções diferentes como “Lar”/“Casa” e “Coleção de Objetos”/”Acessórios”. Mas o desempate ficou para a “tradução” do artigo “the”. No Brasil, onde pouca gente fala Inglês, adoramos anglicismos (“The Sims”, ao invés de “Os Sims”). Já em Portugal, onde o inglês é falado fluentemente por boa parcela da população, especialmente os jovens, eles traduzem tudo! É lógico: o idioma não é nosso, podemos bagunçar à vontade. Já os Portugueses são bem mais zelosos com o idioma “deles”, cuja proliferação deu-se na Época de Ouro das navegações nos séculos XV e XVI, onde uma pequena colônia de pescadores ignorantes tornou-se uma potência mundial graças ao domínio da tecnologia de navegação marítima. É um dos poucos legados dos seus grandes heróis como Vasco da Gama, Bartolomeu Dias e Infante Dom Henrique.

Estão agora falando em “unificar” o Português, em um esforço capitaneado por Portugal (eles são os “donos” do idioma, afinal de contas). Boa sorte.

O Brasil, onde vivem 75% dos falantes de Português provavelmente não dará a mínima para qualquer resolução que modifique significativamente a língua falada correntemente. Já Portugal não se curvará à sua ex-colônia – esse é exatamente o dilema que tiveram os criadores do jogo The Sims, que optaram por criar duas versões. Mas Portugal tende a perder essa briga: a produção cultural do Brasil sob a forma de livros, músicas, espetáculos teatrais, novelas da Globo, páginas Web e agora até software e suas traduções, continuarão a “colonizar” os outros países. Eu estive em Lisboa no ano passado e é impressionante a quantidade de coisas Brasileiras que se vê e ouve. Já a recíproca não é verdadeira: a única coisa legitimamente Portuguesa que se ouve no Brasil são as piadas de Português.

Fontes das estatísticas dessa página: Wikipedia.

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DevExpress ganhou todos os prêmios da ASP.NET Pro Magazine

Quem trabalhou comigo sabe como eu gosto dos componentes da Developer Express (http://www.devexpress.com/). São componentes rápidos, relativamente leves pelo que fazem e vêm com fontes.

Recentemente eles foram indicados a nove prêmios na revista aspNetPro (http://aspnetpro.com/) e ganharam os nove, incluindo “Produto do Ano”, “Melhor pacote de componentes”, “Melhor Grid” e outros.

Sendo admirador deles e tendo inclusive participado da eleição, fico muito contente. Espero que eles continuem criando excelentes componentes a preços acessíveis e com fontes.

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Colocado o último prego no caixão da “velha” Borland

A Borland começou a vida como vendedora de excelentes ferramentas de desenvolvimento como Turbo Pascal e Turbo C. Aqui no Brasil ela é muito conhecida pelo Delphi.

Nos últimos anos a empresa tem direcionado seus esforços na incorporação de ferramentas para ciclo de desenvolvimento, colocando em segundo plano as tradicionais ferramentas de desenvolvimento, concorrendo diretamente com a Microsoft e IBM/Rational.

Há algum tempo atrás ela criou uma subsidiária chamada “Code Gear” e colocou sob esta empresa todas as ferramentas tradicionais. Hoje foi anunciada a venda desta divisão por meros US$23 milhões:

http://www.news.com/8301-10784_3-9937966-7.html?part=rss&subj=news&tag=2547-1_3-0-5

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Windows XP Service Pack 3 disponível

Você pode baixar de http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=5B33B5A8-5E76-401F-BE08-1E1555D4F3D4&displaylang=en.

Curiosamente, a busca no “Microsoft Download” não o trazia hoje de manhã. Talvez falte atualizar algum índice.

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Guitarra Gibson real para o Guitar Hero

Um dos vídeo games de maior sucesso do ano passado foi o Guitar Hero, no qual o jogador tem que tocar “notas” em uma guitarra de brinquedo, que acompanho o jogo.

O enorme sucesso do jogo foi seguido pelo “Rock Band”, que vem com uma “guitarra”, um “baixo”,  uma “bateria” e microfone.

Agora, alguma pessoas estão adaptando guitarras reais para serem usadas com o jogo. Lógico que pelo preço é para adultos com dinheiro sobrando. A firma de um amigo meu fez uma montagem de uma foto dessa guitarra usando Silverlight. O legal é que você pode dar zoom e ver detalhes.

Vale a pena conferir, pela guitarra e pelo aplicativo: http://scottstanfield.com/gibson/gibson.html. Ele também dá detalhes sobre como as fotos foram tiradas.

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MVP Summit cheio de novidades

Participei na semana passada de mais um “MVP Summit”, um evento anual da Microsoft para os seus “Most Valuable Professionals”. O evento conteceu no campus principal da Microsoft em Redmond e também no centro de convenções do Estado de Washington, no centro de Seattle.

Com raras exceções, as palstras eram todas sob NDA (“Non-Disclosure Agreement” - acordo de confidencialidade), portanto não posso dizer o que foi mostrado. Garanto contudo que a Microsoft não está parada e virão coisas bem interessantes  bem boladas em termos de ferramentas de desenvolvimento. Isso é um contraste com o pessoal de sistemas operacionais, a respeito da qual o prório Steve Balmer comentou em uma pelestra não-NDA que o Windows Vista “é um trabalho em curso” (“work in progrress”).

Este foi aliáis o melhor keynote que dos vários eu já assisti do Steve Balmer. Ele parecia confortável nas questões técnicas e de estratégia de produto e não se comportou como o marketeiro usual.

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OpenXML oficialmente aprovado - inclui voto de cada país

Apesar de alguns opositores espalhados pelo mundo (e muitos no Brasil), o OpenXML ganhou a aprovação junto à ISO – International Standards Organization, juntando-se a outros padrões de documento como ODF e HTML.

Evidentemente o OpenXML era apoiado pela Microsoft, a criadora do padrão original. Era combatido pela IBM e Sun, padrinhos de outro padrão chamado ODF. Os apoiadores do ODF, já um padrão ISO dizem que é a mesma coisa que o OpenXML (portanto o OpenXML seria  redundante) e outros dizem que é diferente. Embora se prestem a coisas semelhantes, o OpenXML tem uma grande preocupação de fidelidade aos bilhões de documentos Office já existentes no mundo, coisa que o ODF julga supérflua.

Isto abre as portas para que o padrão seja usado por organizações que acham importante esse negócio de padrão ISO, mas querem ter opções de escolha. Na prática, significa que a Microsoft não pode ser excluída de licitações públicas, que era o objetivo de seus concorrentes e – estranhamente – do governo do PT, que preferia ser obrigado a não ter opções e pagar mais caro por software.

Segue a lista de votação dos países.

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Webcasts de Arquitetura sobre desenvolvimento produtivo

Em 2001 fundei a empresa Architettura (http://www.architettura.com.br/) junto com outros dois sócios, um deles o Fabio Camara que também bloga aqui. Desde então me preocupei muito em bolar uma arquitetura de desenvolvimento de aplicativos de negócio em .NET que fosse ao mesmo tempo flexível e produtiva.

Este trabalho continuou através de diversas consultorias ao longo dos anos, onde os clientes trouxeram novas necessidades que me motivaram a estender a arquitetura (ou um conjunto de arquiteturas) para atender a novas necessidades de negócio ou mesmo hábitos de desenvolvimento.

Apresentarei a minha experiência no assunto em dois WebCasts promovidos pela Microsoft ao longo do mês de abril.

As inscrições já estão abertas:

 

WEBCAST DE ARQUITETURA

DATA: 02/04 – 17:30 h

TEMA: Componentes de arquiteturas Multi-camadas – Parte 1

PALESTRANTE: Mauro Sant’Anna

DESCRIÇÃO: Nesta apresentação uso como base o esquema colorido do documento “Designing Application and Services” do site Paterns & Practices e digo o que significa cada caixinha, quais as possibilidade de organização (1 a 4 camadas), questões de que tipo de dados são tocados entre camadas, de quebra lógica e física, serialização, segurança e aderência a SOA. Ela é baseada em experiência prática e bastante temperada pelas minhas opiniões a respeito de bibliotecas ORM, análise orientada a objetos, OOP remota e outros tópicos.

Please click on the following link for more information regarding this Webcast http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032373804&culture=pt-BR&Action=Preview

 

WEBCAST DE ARQUITETURA

DATA: 30/04 – 17:30 h

TEMA: Um template para aplicações corporativas – Parte 2

PALESTRANTE: Mauro Sant’Anna

DESCRIÇÃO:  Nesta apresentação eu explico com detalhes um esquema de 4 camadas utilizado com enorme sucesso em dezenas de projeto. Este esquema traz grande produtividade e flexibilidade, sem perder desempenho e sem exigir mão-de-obra altamente especializada. Trato detalhes como: troca de interface com usuário, independência de banco de dados, escalabilidade, orientação a serviço, uso de transações, autorização e manutenção de estado. Assim como a outra apresentação, ela é bastante temperada pelas minhas opiniões a respeito de bibliotecas ORM, análise orientada a objetos, OOP remota e outros tópicos.

Please click on the following link for more information regarding this Webcast http://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032373811&culture=pt-BR&Action=Preview

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Visualizador de Open XML para Silverlight

A empresa de meu amigo Regional Director, o Chris Auld, lançou um visualizador de OpenXML para Silverlight.

É um projeto interessante, pois permite a visualização de documentos ricos dentro de navegadores em qualquer plataforma suportada pelo Silverlight e sem precisar do Office.

O pessoal da Microsoft blogou a respeito em http://blogs.technet.com/gray_knowlton/archive/2008/03/07/silverlight-viewer-for-open-xml.aspx.

O produto em si pode ser visto em http://www.textglow.net/ e pelo anúncio estará disponível gratuitamente.
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Primeiras Impressões com o Internet Explorer 8 Beta 1

Está disponível para download público a versão Beta 1 do Internet Explorer 8.

De cara fiquei extremamente contente porque implementaram uma sugestão minha: a possibilidade de ligar e desligar componentes ActiveX por site. Agora eu poderei deixar a droga do Flash a princípio desligado e ser poupado daquele tipo de publicidade intrusiva que sites como WWW.estadao.com.br adoram usar, mas ao mesmo tempo habilitar o Flash para ver vídeos no Youtube. A minha alegria durou pouco, no entanto, pois este recurso ainda não funciona no Beta1. Mas a caixa de diálogo associada promete:

O outro pedido meu, o de tratar cookies armazenados como se fossem cookies temporários aparentemente não foi implementado, apesar do Firefox já ter este recurso:


Estas são outras novidades:

  • Atividades: São pequenas “dicas” que o IE reconhece na página e opcionalmente pode abrir uma caixinha com informações adicionais. Por exemplo, o IE reconhece um endereço na página e coloca um botão que permite mostrar um mapa com o endereço. 
  • WebSlices: Uma maneira mais visual de integrar vários “feeds RSS”, cada um ocupando um pequeno espaço na página. Pode ser usado também para um site modificar pequenas partes da página (existe um exemplo em http://ie8.ebay.com/.
  • Destaca o domínio do site na barra de endereços para ajudar a evitar ataques de phishing que escondem o domínio (por exemplo WWW.microsoft.com.hacker.com)
  • Informações adicionais para desenvolvedores como por exemplo detalhes de CSS, scripts e HTML e debug de scripts
  • Maior compatibilidade com padrões W3C 
  • Recuperação automática em “crashes” (melhor seria não travar, mas...)
  • Zoom melhorado
  • Melhorias de performance, como aumento de número de conexões simultâneas de duas para seis.

Este é um exemplo de WebSlice para acompanhar um leilão no EBay:




Baixe em http://www.microsoft.com/windows/products/winfamily/ie/ie8/getitnow.mspx e experimente.

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O Blog dos Regional Directors: www.theregion.com

Além de ter sido honrado com o título de MVP - Microsoft Most Valuable Prtofessional eu também sou desde 2001 um “Microsoft Regional Director” (RD).

Os dois programas tem várias semelhanças, mas também diferenças. Uma das diferenças é que existe um site que agrega os blogs dos RD: http://www.theregion.com/.

Este site emprega uma pessoa que lê e destaca as entradas mais interessantes em todos os blogs. Isto significa que os artigos tendem a ser bastante interessantes e ter uma ótima relação sinal-ruído. Alguns RDs são autores e palestrantes bem conhecidos, como por exemplo: Bill Hollis, Rocky Lhotka, Michele Leroux Bustamante, Stephen Forte, Richard Hundhausen e muitos outros.

Sugiro aos amigos que dêem uma olhada e, quem sabe, coloquem este site na lista daqueles sites que você lê todo dia. Eu leio.

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Webcast sobre OpenXML

Apresentei hoje um “Webcast MSDN” para a Microsoft sobre OpenXML para Desenvolvedores. O nome completo é “Usando Open XML no Desenvolvimento de Aplicações Windows” e ele estará em breve disponível para download em https://msevents.microsoft.com/CUI/SearchDisplay.aspx?culture=pt-BR&evtTypHero=3#eventType=3;culture=pt-BR;searchcontrol=yes;advanced=mnp;pageNumber=1;sortKey=;sortOrder=;pageEvent=false.

O código de exemplo está aqui: http://www.mas.com.br/OpenXML.rar.

 

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Windows Server 2008 já nasce com Service Pack 1

Ao instalar o Windows Server 2008 recém-lançado, você notará que ele já sai de fábrica como “Service Pack 1”, como mostrado aqui:



Por que isso? Existem duas explicações: a "cínica" e a “linha do partido”.

A "cínica" é a seguinte: “Muitos clientes aguardam o Service Pack 1 antes de fazer upgrade dos produtos da Microsoft. Esta á a maneira de ‘acelerar’ as coisas.

A “linha do partido” é a seguinte: “O Vista e o Windows Server 2008 compartilham a mesma base de código, tanto que o lançamento do Vista Service Pack 1 foi simultâneo ao do Windows Server 2008, portanto o Vista já é Service Pack 1 e desta forma este e futuros Service Packs ficam sincronizados”.

Eu pessoalmente acredito que a Microsoft uniu o útil ao agradável: já que o Vista SP1 pode ser considerado a versão “desktop”  Windows Server 2008. Então porque não “aproveitar” e trazer a “aura” de “Service Pack 1” ao Windows Server?

Leia a história oficial aqui.
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Attachment(s): W2008SP1.jpg

Vista Service Pack 1 disponível no site MSDN

Atendendo a diversos pedidos, a Microsoft resolveu liberar o Service Pack 1 do Windows Vista antes do tempo. Ele está disponível no endereço a seguir:

http://msdn2.microsoft.com/en-us/subscriptions/bb608344.aspx

Eu instalei e, para ser franco, não notei muita diferença, a não ser que um “Blue Screen” freqüente, supostamente causado pelo Device Driver da minha placa ATI, parou de acontecer. O “índice de performance” do Aero caiu de 3.5 para 3.3, quem sabe alguém trocou desempenho por estabilidade.
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Copiando arquivos sob Windows Vista

Existem vários relatórios na Internet a respeito da demora ao copiar arquivos sob o Windows Vista, algumas vezes com estimativa de centenas de anos para copiar um arquivo. Eu mesmo vi esse tipo de coisa no meu computador.

Além do problema de velocidade, de vez em quando eu recebo uma mensagem de que “faltam recursos de sistema para efetuar a cópia”

Felizmente consegui contornar ambos os problemas.

1)Usando “copy /z” or “xcopy/z”

Você pode abrir uma tela de comando e usar os comandos “xcopy” e “copy” com a opção “/Z” para se livrar da mensagem de falta de recursos de sistema.

2)Teracopy

Esta é uma ferramenta gratuita disponível em http://www.codesector.com que se integra com o Windows Explorer e permite operações como “Copiar e Colar”, da mesma maneira que você faria anteriormente.

Atualização: Uma entrada no blog de Mark Russinovich's em http://blogs.technet.com/markrussinovich/archive/2008/02/04/2826167.aspx explica que realmente eles bobearam na copia sob Vista ao tentar ser muito ambiciosos e voltaram atrás em várias coisas. Como se diz em Minas Gerais: “quando a esperteza é muito grande ela vira bicho e engole o dono”.

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Windows Server 2008 e Vista SP1 disponíveis

A Microsoft liberou hoje as versões finais do Windows Server 2008 e do Vista Service Pack 1. Elas estarão disponíveis imediatamente para fabricantes de equipamentos (OEMs) e assinantes MSDN e TechNET no caso do Windows 2008.

A distribuição geral para o público deve ocorrer a partir de 18 de março para o SP1 e no dia seguinte para o Windows Server 2008.

Eu já baixei o Windows Server 2008, mas infelizmente o SP1 só está disponível hoje para fabricantes de computadores (OEMs). Sua disponibilidade pública deve ocorrer apenas no dia 18 de março, mesmo para assinantes do MSDN e TechNet :-(.

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Palestrante no DevTeach (Toronto, Canada)

É com prazer que informo aos meus amigos que fui selecionado como palestrante no DevTeach, um importante evento independente para desenvolvedores no Canadá. Este ano ele se acontecerá em Toronto, começando no dia 12 de maio próximo.

Eu apresentarei três sessões, você pode vê-las em http://www.devteach.com/Session.aspx.

Convido meus amigos a me acompanhar :-).
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Comparação independente do OpenXML com o ODF

O OpenXML é o padrão de documentos baseado em XML apoiado pela Microsoft. O ODF é um padrão de documentos baseado em XML apoiado pela IBM e Sun.
Embora sejam vistos de cara como competidores (e o são), os padrões foram feitos segundo premissas substancialmente diferentes:
  • O ODF foi feito a partir do zero e é mais “limpo”
  • O OpenXML foi feito para ter 100% de compatibilidade com os documentos já existentes criados pelo Microsoft Office e portanto é bem mais complexo
Uma empresa chamada Burton Group fez uma longa comparação entre os dois formatos. O relatório completo com mais de 30 páginas encontra-se em http://www.burtongroup.com/Guest/Ccs/WhatsUpDoc.aspx.
Algumas das conclusões:
  • A maior expressividade do OpenXML é bastante importante; o ODF é simples demais;
  • O mercado deve privilegiar o OpenXML, independentemente do resultado da padronização na ISO;
  • O ODF é mais uma afirmação política anti-Microsoft do que algo que os consumidores realmente precisam.
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OpenXML na ISO: O pau continua comendo

Em março deste ano a ISO (organização mundial de padronização) sediará em Genebra uma reunião chamada de “Ballot Resolution Meeting”, onde os organismos de cada país se reunião para conversar sobre as pendências levantadas durante o processo de normatização do DIS 29500 (ECMA 376 / OpenXML).

A delegação Brasileira como um todo é provavelmente contra a aprovação: uma pessoa da Microsoft (a favor), uma da “ODF Alliance” (aparentemente contra) e, se posando de “independente”, mas na realidade contra, uma pessoa da SERPRO. O funcionário da SERPRO é também o “chefe da delegação” - sei lá o que isso significa - talvez os delegados tenham que pedir a ele licença para ir ao banheiro.

Durante as reuniões que eu participei o delegado da “ODF Alliance” sempre me pareceu um cara sensato e por definição favorável aos padrões de documentos, tanto que pertence a essa ONG “ODF Alliance”. Sendo o formato ODF tão bom quanto a ODF Alliance apregoa, qual é o medo de ter um suposto concorrente? Não pode a ODF Alliance devolver o favor que a Microsoft fez apoiando o ODF e apoiar também o OpenXML?

Já afirmei anteriormente que apesar de minhas filiações com a Microsoft, acredito que ter opções sempre é bom:

  • A competição melhora os produtos, pois os fornecedores não podem “descansar sobre os louros”;
  • Permite uma “seleção natural” dos recursos bons. Por exemplo, o ODF se diz um padrão mais conciso e limpo, por ter sido feito do zero sem preocupação de compatibilidade com o Office. Isso pode ser bom, não é mesmo?
  • Evita monopólios, ainda mais um decretado por burocratas.

Vamos deixar os mercados decidirem.

E como último argumento dada a pressão que o atual governo faz contra o OpenXML: “O que é bom para o PT não pode ser bom para você”.

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Teremos PDC em 2008

Depois de suspender a realização do PDC 2007, a Microsoft anunciou a realização de seu principal evento para desenvolvedores em 2008 para 27 a 30 de outubro em Los Angeles.

 

O PDC não é um evento anual, ele ocorre quando a Microsoft tem alguma novidade para anunciar.

 

Leia mais em http://msdn.microsoft.com/pdc2008.

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Pingos nos is (informações sobre OpenXML)

A Microsoft com apoio de outras empresas interessadas - inclusive a M. A. S. Informática da qual sou sócio – lançou um site para informar sobre o padrão OpenXML.

Este site inclui um blog do Raimundo Costa (diretor da Microsoft), notícias e links sobre o assunto.

Vejam mais em http://www.pingosnosis.com.br/.

Aproveitando: tem um artigo interessante sobre compras no governo federal em http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=11256&query=simple&search%5Fby%5Fauthorname=all&search%5Fby%5Ffield=tax&search%5Fby%5Fkeywords=any&search%5Fby%5Fpriority=all&search%5Fby%5Fsection=&search%5Fby%5Fstate=all&search%5Ftext%5Foptions=all&sid=13&text=ideologia&x=9&y=7

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Silverlight 2.0 e novidades no ASP.NET 3.5 anunciados

A Microsoft anunciou que o assim chamado “Silverlight 1.1 Beta” será lançado como Silverlight 2.0. Um beta com “GO live license” (permissão para rodar em produção) estará disponível no primeiro trimestre de 2008.

O Silverligh 2.0 é essencialmente um .NET Framework “light” para rodar como plug-in de browser. Será pequeno, simples, dispensará configurações e estará disponível para outros sistemas operacionais. É um concorrente de peso para o Flash da Adobe.

Além das novidades do Visual Sudio 2008 e .NET Framework 3.5, em breve existirá um “ASP.NET 3.5 extensions” que incluirá:

  • Suporte para MVP (Model-Vierw-Controller)
  • Melhorias no Ajax
  • Integração com Silverlight do lado do servidor
  • ADO.NET Entity Framework

Leia mais no Blog do Scott Guthrie em http://weblogs.asp.net/scottgu/archive/2007/11/29/net-web-product-roadmap-asp-net-silverlight-iis7.aspx.

Para ver os betas, vá a http://preview.microsoft.com/downloads/.

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Minhas dores de Internet no ForumPCs.com

Meu amigo Flavio Xandó, colunista do site ForumPCs condoeu-se da minha situação de acesso a Internet e publicou uma coluna sobre meu problema, com informações adicionais e muitos comentários de usuários.

Leiam e comentem em http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=225885.

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Impressões após duas semanas de Speedy

Depois de ser expulso da festa da Banda larga pela NET/Virtua (http://blogs.vstsrocks.com.br/mauro/archive/2007/11/10/620.aspx), instalei um Speedy de mesma velocidade: 4M/600.

A minha impressão é que não é a mesma coisa, o Virtua era melhor. O curioso é que o problema não é a velocidade: eu consigo fazer downloads a 450 kbytes/segundo, o mesmo que conseguia no Virtua. O problema que eu tenho é latência e (suspeito) limitação da quantidade de conexões TCP/IP. Vejam alguns exemplos.

  • Latência: quando eu coloco a URL no navegador a página demora abaixar completamente, bem mais que no Virtua. Não importa o site, sempre demora um pouco; nunca é “instantâneo”.
  • Limite de conexões: Eu tenho um arquivo .BAT (incluído abaixo) que abre simultaneamente dez dos meus sites favoritos no Internet Explorer. No Virtua ele abria tudo rapidinho, em no máximo 15 segundos. Já no Speedy demora até alguns minutos até que todas as páginas estejam completas. Imagino que exista um limite de conexões TCP/IP simultâneas, algo possivelmente feito para atrapalhar o compartilhamento em rede.

Todas as outras configurações são as mesmas. Eu só troquei o cabo plugado no roteador e ajustei nele o login (PPPoE).

De qualquer forma, tenho que aceitar o “downgrade”, pois o limite de tráfego no NET/Virtua é mesmo ridículo.

sub Open(URL)
  Dim IE
  Set IE = CreateObject("InternetExplorer.Application")
  IE.Visible = true
  IE.Navigate(URL)
end sub
sub OpenMany()
  Open("
http://cnn.com")
  Open("
http://www.estadao.com.br")
  Open("
http://www.dilbert.com")

end sub
OpenMany()

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MIX – Um outro evento da Microsoft

Em 2007 a Microsoft  lançou uma nova conferência chamada “MIX”. Ela é diferente dos tradicionais TechEd e PDC por atrair um publico diferente do usual. Para marcar a diferença, ele é em Las Vegas, um lugar que a Microsoft não usa há muito tempo para sediar outros eventos.

Outra diferença é o formato mais informal e interativo, com a participação de gente de fora da Microsoft. Além disso, é um evento “querido” dos grandes executivos, que desejam que a Microsoft alcance novas audiências.

Eu não pude ir, mas o pessoal que eu conheço que foi gostou muito. O evento do ano passado estava lotado com várias semanas de antecedência e este ano não deve ser diferente.

Se você quiser saber mais, vá ao site do evento: http://visitmix.com/. Eles têm também “podcasts” regulares em http://visitmix.com/blogs/TheSignal/ com novidades sobre a organização do evento (em Inglês).

Eu não sei se irei à próxima edição, mas se você estiver envolvido com a criação de sites Web, esse é um evento a ser seriamente considerado.

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Visual Studio 2008 RTM disponível para download

O Visual Studio 2008 versão final (“RTM”) está disponível para download para quem tem assinatura MSDN a partir de hoje.

 Eu já baixei e instalei!

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Speedy e teoria de conspiração da Telefonica

Como informei antes, resolvi trocar o NET Virtua 4M/600k por um Speedy 4M/600k da Telefonica devido ao fato da NET estar limitando o tráfego de suas conexões em patamares ridículos (http://blogs.vstsrocks.com.br/mauro/archive/2007/11/10/620.aspx).

Ontem chegou meu kit Speedy, que eu prontamente instalei. Inicialmente a velocidade era de apenas 348/126, segundo o próprio modem Thomson 510v6. Depois de dois longos telefonemas de suporte para duas meninas bastante simpáticas, a Ana Paula (que não resolveu) e a Tais (que resolveu), estou navegando a 4M/600k, como no meu antigo Virtua.

Conversei então a respeito da limitação de banda com um amigo meu que é provedor em uma cidade pequena do interior de São Paulo. Ele paga pelo link com a própria Telefonica R$1000 por MB bidirecional por mês , que permitem 617 GB de transferência mensal. Ou seja, um usuário gastando 10GB por dia custaria a ele R$500 por mês, bem mais que os R$130 que eu pagava à NET. Então a NET está “correta” a não me querer mais como cliente? Talvez sim, talvez não.

Em primeiro lugar, uma parte significativa do tráfego é roteada dentro do próprio provedor, desde que as duas pontas estejam dentro dele. Quanto maior o provedor, melhor. Ser grande também facilita, pois permite fazer acordos com outros grandes provedores como Embratel ou Brasil Telecom. Meu amigo estima que o custo da banda para a Telefonica possa muito bem ser 1/10 do dele, ou seja, R$50 para um usuário glutão.

Isso leva a uma questão interessante: será que a Telefonica tem uma estrutura de custo na qual um usuário que gaste R$300GB por mês dê lucro, mas não para a NET que é menor? Se isso for verdade, a Telefonica tem todo o interesse em promover planos ilimitados, pois uma das duas coisas acontecerá, ambas interessantes para ela:

  • Seus concorrentes resolvem não ter planos ilimitados e perdem boa parte de seus usuários para a Telefonica;
  • Seus concorrentes resolvem acompanhar a Telefonica e lançam planos ilimitados por preços semelhantes, tendo prejuízo com vários usuários.

No fundo, o que ocorre é que nesse negócio de provedor Internet a economia de escala importa e muito. Talvez a NET não seja suficientemente grande. A Telefonica pode muito bem posar de boazinha (do ponto de vista de usuários como eu) enquanto está fazendo uma espécie de “dumping” (do ponto de vista de seus concorrentes). Talvez não seja coincidência que a Vivo, que pertence à Telefonica, seja a única empresa a oferecer internet por celular sem limite de tráfego, muito diferente do Giro da Embratel que tem limites de tráfego particularmente baixos.

Pode ser que acabemos todos sendo assimilados pela Telefonica, mesmo que a idéia seja repulsiva. Existe uma substancial teoria econômica a respeito dos “Monopólios Naturais”, na qual a concorrência aumenta os custos para o consumidor ao impedir economias de escala, que é muito aplicada a fornecimento de serviços públicos como esse. Imagine se houvessem dois canos de água na sua porta “para aumentara concorrência”: a infra-estrutura mais cara estaria subutilizada e seus custos seriam repassados ao consumidor. Talvez o exemplo seja ruim, pois a Sabesp é uma empresa particularmente ineficiente – tanto que os hotéis da minha vizinhança compram água em caminhão regularmente, mas esta é a teoria.

Minha opinião é que estes provedores menores e “independentes” com tecnologia cabo e rádio virarão fumaça. Espero que grandes empresas como a Embratel e Claro continuem independentes (a TIM e a TVA já foram assimiladas, pelo que sei), pois no dia que não tivermos concorrência aí sim a Telefonica vai nos esfolar. Até lá eles podem dizer com razão que eles estão abaixando os preços para os consumidores.

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NET Virtua barra seus próprios usuários da “festa da banda larga”

Acabo de assistir a um comercial do “NET Virtua” onde eles identificam um “penetra na festa da banda larga” porque seus downloads estão incompletos. Bem, eu sou usuário do Virtua e tenho muitos downloads incompletos neste instante. A propaganda efetivamente pega o espírito da coisa: eu me sinto completamente “barrado da festa da banda larga”. Propaganda boa, produto ruim.

Depois de usar o Speedy da Telefonica desde janeiro de 2000 em um plano 250/128 sem limite de tráfego, mudei para o NET Virtua no final de 2005 porque eles ofereciam um plano de com velocidade 600/600. Os 600 de upload eram importantes, pois eu acessava o meu micro de fora de casa. Não me lembro se o Virtua tinha limite de tráfego no início, mas pouco depois, eles ofereceram um upgrade para 4M/600 e eu aceitei. O plano 4M/600 poderia ter um dia limite de tráfego de 40GB, mas isso não estava sendo policiado.

Eu era um Internauta feliz até a semana passada, quando recebi um telefonema da NET avisando que eu teria estourado a franquia de tráfego de 40GB em apenas quatro dias e que a minha velocidade seria imediatamente reduzida para 200/200 até o final do mês, o que foi feito. O atendente tentou me vender 20GB adicionais de tráfego por “módicos” R$39,90 (mais impostos). Ora, isso me daria apenas mais dois dias de folga! Perguntei insistentemente em três telefonemas diferentes sobre a existência de algum plano ilimitado e me confirmaram que isso só existia na prática no plano 200/200. Este plano não é promovido e aparentemente existe apenas para “desovar” os usuários dos planos mais rápidos que excederam a franquia.

Verifiquei alternativas e vi que a Telefônica tinha planos ilimitados. A não ser pelos primeiros usuários, a Telefônica tradicionalmente vendeu planos com limite de tráfego, embora esse limite de nunca tenha sido policiado. Aparentemente, quando a NET começou a importunar seus usuários com o limite de tráfego em agosto de 2007, a Telefônica rasgou a fantasia e mudou seus planos oficialmente para ilimitado, provavelmente para tentar pegar os usuários insatisfeitos com a NET.

Aproveitei então para fazer algumas contas e ver quanto tempo durariam as franquias supondo um consumo máximo nos produtos da NET e da Telefonica:

Produto               Down    Up          GB/Dia GB/Mes              Franquia (GB)   Dias       %

Dial-up                 52           33           0.88       26.26                     Não       N/A       N/A
Virtua 200           200         200         4.12       123.60                  Não       N/A       N/A
Speedy 1.0         500         200         7.21       216.29                  Não       N/A       N/A
Speedy 2.0         1000      300         13.39     401.69                  Não       N/A       N/A
Speedy 3.0         2000      300         23.69     710.68                  Não       N/A       N/A
Virtua 2000         2000      300         23.69     710.68                  20           0.84       2.81%
Speedy 4.0         4000      600         47.38     1421.36                Não       N/A       N/A
Virtua 4M           4000      600         47.38     1421.36                40           0.84       2.81%
Speedy 5.0         8000      600         88.58     2657.32                Não       N/A       N/A
Virtua 8M           8000      600         88.58     2657.32                60           0.68       2.26%

A principal fórmula, GB/dia é a seguinte: =(((Down+Up)/8)*60*60*24)/(1024*1024). Isto representa a capacidade total do canal, como vendida pelo provedor. Note que é mais do que você jamais conseguirá com download e upload, pois existem pequenos desperdícios de pelo menos 10% que se acumulam nos vários protocolos utilizados, do TCP/IP até os de mais alto nível como HTTP, FTP, bittorrent etc. Por exemplo, teoricamente eu conseguiria no Virtua 4M download a 500 kbytes/s, mas o máximo que eu já vi foi 450 kbytes/s. E mesmo o download usa um pouco da banda de upload.

A tabela acima permite algumas conclusões interessantes:

  • É possível esgotar a franquia todos os planos de alta velocidade do Virtua em menos de um dia;
  • O menor plano da NET, o furtivo 200/200 para qual são rebaixados seus grandes usuários, permite tráfego de 123 GB/mês, um múltiplo da franquia dos planos de alta velocidade;
  • O menor plano da Telefonica permite 212 GB de transferência por mês, mais de cinco vezes que o glorioso Virtua 4M;
  • A franquia do Virtua 2M é menor do que o permitido por uma linha discada.

Talvez seja propaganda enganosa vender algo como o Virtua 4M que pode ser usado em apenas 2.81% de sua capacidade. Acho que este fato deveria ser mais claro na propaganda, com um aviso do tipo: “com o Virtua você pode usar apenas 2.81% da capacidade disponível”.

Qual seria o ponto de vista de negócio desta iniciativa? Por que eles estão fazendo isso? Posso pensar nas seguintes alternativas:

A. Eles querem ganhar mais dinheiro, os tais R$39,90 por mês;

B. A banda custa muito caro e eles têm prejuízos com usuários como eu; é melhor se livrar desses “glutões”;

C. Eles são burros.

A alternativa “A” só vai tirar dinheiro de quem não sabe fazer conta. Entendo se eles tivessem vendendo por um adicional de R$39,90 um plano ilimitado, mas não míseros 20GB. Posso identificar os seguintes grupos de usuários do Virtua:

  1. Quem não esgota o limite nem sabe do problema e não vai comprar o adicional;
  2. Quem usa muito como eu esgota o limite nos primeiros dias do mês e comprar 20GB não vai fazer a menor diferença;
  3. Quem esgota o limite perto do final do mês, por exemplo no dia 20, usa apenas 2 GB/dia, a metade da capacidade do link vagabundo de 200/200. Não faz muita diferença ser rebaixado e não vale apena comprar o produto!

Alternativa “B”: Eu não sei exatamente qual é o custo de conexão com a internet e se um usuário como eu que trafega 10GB por dia por R$130,00 por mês causa prejuízo à empresa. Mas suponho que não, porque a Telefônica nunca cobrou seus limites e acaba de retirá-los. Admito que eu sou mais custoso, mas não acho que eu traga prejuízo. Se algum leitor tiver informações concretas, eu agradeço. Note que tanto a NET e como a Telefonica compram banda aos gigabits/s e transportam parte do tráfego em redes internas.

Alternativa “C”: Acho que é o caso, especialmente visto a desastrada oferta de 20GB por R$39,90. Além disso, os usuários “glutões” tendem a ser usuários experientes e provavelmente conseguem influenciar bastante gente como amigos e parentes. Mesmo que estes usuários não dêem lucro, talvez valesse a pena retê-los apenas pela propaganda “boca-a-boca” (ou blog neste caso) que eles fazem. Eles podem tanto ajudar como atrapalhar. Dizem que “é preciso dez cliente falando bem para compensar um único falando mal”.

Sendo assim, estou votando com a minha carteira e assinei novamente o Speedy. Cancelarei o meu Virtua assim que o receber e instalar o kit do Speedy na semana que vem. Diga-se de passagem, por R$5,00 a mais (mais impostos) comprei um pacote de “ligações locais ilimitadas”.

Adeus, Virtua. Foi bom enquanto durou. Voltarei à “festa da banda larga”, só que agora com o Speedy. Pensando bem, a NET bem que poderia vender os direitos de uso desta excelente publicidade para a Telefônica, pois é a própria NET que está “barrando os internautas da festa da banda larga” e não seus concorrentes.

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Notícias da Microsoft para desenvolvedores

A Microsoft anunciou que dividirá o TechEd' 08 (USA) em duas “trilhas”: Desenvolvedores e ITPros, seguindo sua divisão usual interna e de sites. Mais informação em www.microsoft.com/teched.

Adicionalmente, hoje durante a abertura do TechEd Europa em Barcelona a Microsoft fez uma série de anúncios. De todos, o mais importante é que o Visual Studio 2008 e o.NET Framework 3.5 foram “liberados para a manufatura”, ou seja, estão prontos!

A outra notícia surpreendendo é que Microsoft “mudará a licença do Visual Studio de forma a permitir que parceiros almejem outras plataformas”. Eu não sei ao certo o que isso significa. Será MacOS? Algum sabor do Unix? Eu tentarei descobrir.

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Discórdia entre os adversários do OpenXML

O padrão de documentos ODF foi promovido pela Sun e IBM competiu com o OpenXML, promovido pela Microsoft.

Embora eu pessoalmente ache que os dois são significativamente diferentes e podem perfeitamente conviver, surgiu recentemente um terceiro padrão de documentos. Este novo padrão chamado CDF (“Compound Document Format”) está sendo promovido pela mesma associação criada para promover o ODF, a “ODF Foundation”. A situação é bizarra e envolve coisas como:

  • A ODF Foundation talvez tenha que mudar de nome!
  • A ODF Foundation aceita vários argumentos da Microsoft, dentre eles: “os documentos em formato ODF não servem para o mercado.”, “o ODF não é aberto e sim é amarrado ao OpenOffice” e “a compatibilidade com o Microsoft Office é importante”.

Depois de sofrer alguns revezes, o OpenXML apoiado pela Microsoft ganha uma nova força, não só pela divisão entre os adversários como também por ver legitimados vários de seus argumentos.

Leia mais nos links abaixo:

http://opendocumentfoundation.us/: Site da Open Document Foundation que informa o apoio ao CDF.

http://info.abril.com.br/blog/machado/index.shtml: Blog em português sobre a questão

http://www.computerworlduk.com/technology/development/software/news/index.cfm?RSS&newsid=5915&pn=1&print: Notícia em inglês.

http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=875: Blog em inglês.

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Um exemplo de OpenXML

Uma das características mais interessantes do novo formato de arquivo do Office 2007, também disponível no Office 2003, é que os arquivos de dados são na verdade arquivos “.zip” contendo arquivos XML dentro deles. Por causa disto, seu conteúdo é facilmente visível e modificável.

Veja um exemplo simples:

1.       Abra o Word 2007 e digite “Mara tinha um carneirinho”;

2.       Faça “paste” de uma imagem qualquer, por exemplo obtida com “Alt-Print Screen”;

3.       Salve como “Alo.docx”;

4.       Vá para o Windowsx exmplorer e renomeie para “Alo.zip”;

5.       Dê um clique duplo e observe seu conteúdo na sua ferramenta de visualização de arquivos “zip”.

Você verá que existe o seguinte dentro deste zip:

·         Um arquivo chamado [Content_Types].xml que serve basicamente para identificar o tipo de arquivo (Word, no caso), através da listagem dos tipos de dados que ele contém;

·         Pasta “Word”, contendo o grosso do documento;

·         Pasta “rels”, que identifica os relacionamentos entre os diversos componentes do arquivo;

·         Pasta “DocProps”, que contém arquivos com propriedades diversas do documento, como versão, tamanho, template usado, autor, quantidade de revisões, etc.

A pasta “Word” é a com mais conteúdo. Eu destacaria o seguinte:

·         Pasta “media”, contendo a imagem que fizemos “paste” anteriormente sob o nome “image1.png”;

·         Arquivo “document.xml”, contendo o documento em si.

Uma brincadeira interessante é extrair o conteúdo do arquivo zip para uma pasta e fazer o seguinte:

1.       Edite o arquivo “document.xml” e modificar o texto “Maria tinha um carneirinho para outra coisa”, tomando cuidado de não tocar no resto. Não use caracteres acentuados por enquanto;

2.       Substitua a imagem por outra, mas mantendo o mesmo nome “picture1.png”;

3.       Comprima as pastas originais e seu conteúdo modificado para um arquivo zip chamado “Alo2.zip;

4.       Renomeie o arquivo “Alo2.zip” para “Alo2.docx”;

5.       Abra o arquivo “Alo2.docx” no Word.

Observe que as mudanças aparecem!

Evidentemente este é um processo manual que pode ser automatizado. O .NET Framerwork 3.0 contém uma API para manipulação deste tipo de arquivo .zip que facilita bastante a automatização destes procedimentos. Veja alguns exemplos de código em http://www.codeplex.com/NDOS/Wiki/View.aspx?title=OXML%20e%20Interoperabilidade&referringTitle=Home.

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